Cartões e seguros

Nubank Ultravioleta tem seguro viagem?

Sim — pelo contrato Mastercard Black, o mesmo que vale para todo cartão dessa categoria no Brasil. O que muda de verdade são os limites em dólar, a franquia de US$ 100 e uma condição de ativação que muita gente descobre tarde.

9 min de leituraAtualizado em 06/09/2026Por myroteiro
Pergunta frequente nos fóruns de viagem: "O Nubank Ultravioleta tem seguro viagem incluído?" A resposta curta é sim. A resposta completa é: sim, com condições que a maioria dos portadores desconhece — e que podem fazer toda a diferença numa emergência lá fora.

O ponto de partida muda todo o resto: o Ultravioleta é um Mastercard Black, não uma bandeira própria do Nubank. Isso significa que o seguro não foi escrito pelo Nubank. Ele vem do contrato único que a Mastercard mantém para todos os cartões Black emitidos no Brasil — mesmos valores, mesmas regras, mesma central de atendimento, seja o cartão do Nubank, do C6 ou de qualquer outro banco.

Este guia detalha os limites reais em dólar, o que está e o que não está coberto (com uma correção importante sobre doenças preexistentes), como ativar o benefício sem errar e quando ele não basta para o destino que você escolheu.

O essencial em 30 segundos

  • >O Ultravioleta é um Mastercard Black: o seguro vem do contrato da bandeira e é idêntico ao de qualquer outro cartão Black no Brasil.
  • >A cobertura de despesas médicas, hospitalares e odontológicas é de US$ 175.000 para bilhetes emitidos a partir de 15/10/2025 — várias páginas de banco ainda exibem o limite antigo, de US$ 150.000.
  • >A passagem precisa ser paga integralmente com o cartão, e o bilhete de seguro precisa ser emitido antes do embarque.
  • >Há franquia de US$ 100 por evento, o limite é de 60 dias por viagem, e a cobertura vale só no exterior: trecho dentro do Brasil não entra.
  • >Doença preexistente não é uma exclusão em bloco: a crise aguda é atendida como emergência, até a estabilização. O que fica de fora é a continuidade do tratamento.

01Nubank Ultravioleta tem seguro viagem?

Sim. E vale começar pelo detalhe que organiza todo o resto: o Ultravioleta é um cartão Mastercard Black. Não existe um "seguro do Nubank" — existe o seguro que a Mastercard contrata para a categoria Black, e do qual você é beneficiário enquanto for portador.

A consequência prática é direta. Procurar as coberturas na página do banco leva a um resumo comercial; o documento que vale numa discussão de sinistro é o Guia de Benefícios Mastercard Black, com os valores, as exclusões, a franquia e os prazos. É ele que você deve baixar e guardar antes de viajar.

💡 Onde conferir a sua coberturaNo app do Nubank, abra o cartão Ultravioleta > "Benefícios" > "Seguro viagem". Ali estão o link do Guia de Benefícios Mastercard Black e o caminho para emitir o bilhete de seguro da viagem. Baixe o Guia em PDF e salve junto com o bilhete: são os dois documentos que importam.
⚠ Se você leu US$ 150.000, o número está velhoAté 2025, a cobertura de despesas médicas do Mastercard Black era de US$ 150.000 — e páginas de banco (a do próprio Nubank entre elas) seguiram exibindo esse valor depois da mudança. Para bilhetes emitidos a partir de 15/10/2025, o limite passou a ser US$ 175.000. Na dúvida, vale o que está escrito no bilhete que você emitiu para aquela viagem.

02O que o seguro cobre: os limites reais

Os valores abaixo são os do Guia de Benefícios Mastercard Black (edição de setembro de 2025), em dólares, para viagens internacionais:

CoberturaLimiteObservações
Despesas médicas, hospitalares e odontológicas (DMH)US$ 175.000Bilhetes emitidos a partir de 15/10/2025. Franquia de US$ 100 por evento.
Traslado médicoUS$ 100.000Transporte sanitário quando o quadro exige remoção com acompanhamento.
Traslado de corpoUS$ 100.000Repatriação em caso de óbito no exterior.
Atraso de bagagemUS$ 600A partir de 4 horas de atraso na entrega da mala despachada.
Perda de bagagemUS$ 3.000Extravio definitivo. Eletrônicos limitados a US$ 500 por item.
Atraso de vooUS$ 200A partir de 4 horas de atraso comprovado. Cobre gastos de espera.
Cancelamento de viagemUS$ 3.000Só pelos motivos previstos no Guia. Desistência não entra.
Central de assistênciaAtendimento para orientar, credenciar hospital e abrir o sinistro.

Dois limites gerais valem para tudo isso e raramente aparecem nos resumos: a cobertura é internacional (trecho dentro do Brasil não é coberto) e vale por até 60 dias por viagem.

⚠ A franquia de US$ 100 existeCada evento coberto tem franquia de US$ 100 — a parte que fica com você. Numa consulta de pronto-socorro de US$ 400, o seguro entra com US$ 300. Isso não torna o benefício ruim, mas muda a conta em atendimentos pequenos: para uma consulta de US$ 90, o seguro não paga nada.

Odontologia: não é uma cobertura à parte

O Guia não traz uma garantia odontológica separada. O que existe é o atendimento de urgência dentro da própria cobertura médica, com um limite específico de US$ 100 por dente em caso de trauma em dente hígido (sadio). Tratamento dentário de rotina, canal marcado, prótese: fora.

Bagagem: atraso e perda são duas coberturas diferentes

É a confusão mais comum. Atraso é a mala que chega depois de você (US$ 600, a partir de 4 horas) e serve para comprar o essencial enquanto ela não aparece. Perda é o extravio definitivo (US$ 3.000, com eletrônicos limitados a US$ 500 por item). Nos dois casos, o documento que abre o processo é o mesmo:

  1. Registre a ocorrência no balcão da companhia aérea, ainda no aeroporto (PIR — Property Irregularity Report). Sem ele, não há sinistro.
  2. Guarde os cartões de embarque, a etiqueta da bagagem e as notas das compras emergenciais.
  3. Acione a central de assistência com o número do PIR e siga o prazo de aviso indicado no Guia.

Se você também conta com proteção de veículo alugado, assistência jurídica ou sala VIP, confirme cada uma no Guia do seu cartão: são benefícios com regras próprias, que não fazem parte da tabela do seguro viagem.

03O que o seguro NÃO cobre (e o que ele cobre apesar da fama)

Antes da lista de exclusões, uma correção que vale dinheiro — e que circula errada em praticamente todo artigo sobre seguro de cartão:

💡 Doença preexistente: a crise aguda é atendidaAs condições do seguro são explícitas ao dizer que estão cobertos os episódios de crise ocasionados por doença preexistente ou crônica quando geram quadro clínico de emergência ou urgência. A cobertura vai até a estabilização do quadro. O que não entra é a continuidade do tratamento: consulta de controle, exame de acompanhamento, remédio de uso contínuo. Na prática: um diabético ou um hipertenso que passa mal na rua é atendido — e muita gente com essas condições viaja achando que não tem direito a nada.

A lista completa de exclusões está nas condições gerais. As que mais pegam viajante brasileiro são estas:

  • Viagem dentro do Brasil: a cobertura é internacional. Um trecho nacional, mesmo comprado com o cartão, não gera direito.
  • Viagem acima de 60 dias: passado esse prazo, a cobertura acaba no meio do caminho. Intercâmbio, temporada longa e volta ao mundo pedem apólice contratada.
  • Passagem não paga integralmente com o cartão: pagamento dividido com outro meio ou bilhete emitido por milhas em geral não ativam o benefício. Quando o bilhete sai por milhas, é o pagamento das taxas com o cartão que costuma valer — confirme antes de contar com isso.
  • Bilhete de seguro não emitido antes do embarque: a emissão prévia é condição, não formalidade.
  • Continuidade de tratamento: o seguro estabiliza a emergência; ele não substitui o acompanhamento que você faria no Brasil.
  • Esportes e atividades de risco: prática de esportes perigosos e competições costumam estar fora. Se o roteiro tem esqui, mergulho autônomo ou parapente, confira a lista no Guia antes de reservar o passeio.
  • Sinistros sob efeito de álcool ou de outras substâncias: exclusão padrão quando o laudo aponta a influência.
  • Regiões em conflito armado: destinos em guerra declarada ou com restrição oficial costumam sair da cobertura.
ℹ️ Gestação: cuidado com o limite que não existe aquiNenhum limite em semanas de gestação aparece nas condições dos cartões — esse tipo de corte vem das apólices compradas à parte, onde ele existe de fato. No cartão, vale a regra geral: emergência e urgência sim, acompanhamento de rotina não. Para viagem com gestação avançada, ainda assim vale conversar com o médico e considerar uma apólice dedicada.

04Como acionar o seguro: passo a passo real

Aqui está o processo completo — antes, durante e depois da viagem. Pular uma etapa do começo é o que mais invalida cobertura.

Antes de embarcar (obrigatório)

  1. Pague a passagem integralmente com o Ultravioleta. É a compra que gera o direito. Pagamento misto ou emissão por milhas, em geral, não ativa o benefício.
  2. Emita o bilhete de seguro antes da viagem, pelo caminho indicado no app do Nubank, informando destino e datas. Baixe o PDF: é ele que mostra o valor da cobertura e a vigência.
  3. Guarde a comprovação de pagamento da passagem (print do app ou fatura). Em caso de sinistro, é o primeiro documento pedido.
  4. Anote o telefone da central de assistência que consta no bilhete e no Guia de Benefícios — inclusive o número para ligação a cobrar do exterior. Salve nos contatos e envie o bilhete para alguém no Brasil: numa emergência, você pode não conseguir acessar seus arquivos.

Durante a viagem — em caso de emergência

  1. Ligue para a central antes de assumir gastos médicos. Ela pode indicar hospital credenciado e acertar diretamente com ele, evitando que você desembolse e espere reembolso.
  2. Documente tudo: laudos, receitas, notas fiscais, boletins de ocorrência, fotos. Sem documentação, não há indenização.
  3. Para bagagem: registre o PIR no aeroporto imediatamente, antes de sair da área de desembarque.
  4. Para atraso ou cancelamento de voo: peça à companhia o comprovante com motivo e horário, e guarde os recibos de hospedagem e alimentação da espera.

Depois da viagem — reembolso

Se você pagou do próprio bolso, o pedido de reembolso é feito com o bilhete, os comprovantes e os laudos. Os prazos de aviso de sinistro e de envio de documentos estão no Guia de Benefícios e não são generosos: avise a central o quanto antes, ainda durante a viagem se possível, e só depois organize o envio.

⚠ O atendimento do Nubank não resolve emergência médicaO seguro do Ultravioleta é operado pela Mastercard e pela seguradora do contrato, não pelo banco. Ligar para o chat ou para o atendimento do Nubank no meio de uma emergência no exterior custa tempo. Use sempre a central indicada no bilhete de seguro.

05Ultravioleta, C6 Carbon, Itaú Black: dá para comparar?

A comparação que circula em fórum costuma ser uma tabela com um número por cartão. Ela engana por um motivo simples: nem toda bandeira funciona do mesmo jeito.

Entre dois Mastercard Black, o seguro é o mesmo documento

O Ultravioleta e o C6 Carbon são, os dois, Mastercard Black. O seguro é idêntico: mesmos US$ 175.000 de cobertura médica, mesma franquia de US$ 100, mesmos 60 dias por viagem. Comparar o seguro dos dois é comparar o mesmo contrato. O que muda entre eles é o resto do cartão — anuidade, cashback, salas VIP, atendimento —, não a apólice.

Com Visa, a pergunta é outra

A Visa escreve nas próprias condições, em letras maiúsculas, que os benefícios dependem do banco emissor e que o portador deve perguntar ao emissor se o seguro existe no seu cartão. Ou seja: uma linha do tipo "Visa Infinite = US$ X" é falsa por construção. Dois Visa Infinite de bancos diferentes podem ter coberturas diferentes — e um deles pode não ter seguro viagem nenhum.

PontoMastercard Black
(Ultravioleta, C6 Carbon)
Visa Infinite
(varia por banco)
Quem define as regrasContrato único da bandeira, igual para todo BlackCada banco emissor define o que oferece
Cobertura médicaUS$ 175.000 (bilhetes a partir de 15/10/2025)Pergunte ao emissor — pode inclusive não haver seguro
Duração máxima60 dias por viagemConfirme no certificado do seu banco
Onde conferirGuia de Benefícios Mastercard BlackApp ou central do banco emissor

Um dado útil para quem viaja muito tempo: o teto de dias por viagem muda bastante entre as categorias — 31 dias no Visa Platinum, 60 no Visa Infinite e no Mastercard Black, 90 no Elo Nanquim. Não existe um "padrão de 90 dias" do mercado, como às vezes se lê.

06Quando o seguro do cartão não basta

O benefício do Ultravioleta é sólido para a maior parte das viagens de turismo. Há cenários, porém, em que contar só com ele é assumir um risco desnecessário:

  • Estados Unidos, Canadá ou Japão: nos EUA, a diária média de internação passou de US$ 3.000 em 2024 (média nacional, a partir do levantamento anual dos hospitais americanos), e um leito de terapia intensiva custa várias vezes isso. US$ 175.000 cobrem com folga a maioria das emergências, mas uma internação longa em UTI encosta no teto — nesses destinos, uma apólice complementar é uma decisão razoável.
  • Viagem acima de 60 dias: o limite de dias é o mais subestimado de todos. Se a viagem passa de dois meses, a segunda metade fica descoberta.
  • Esportes e aventura: esqui, mergulho autônomo, escalada, trilhas técnicas, esportes motorizados. Sem módulo específico — que o cartão não vende —, um resgate pode não ser reembolsado.
  • Cruzeiros: atendimento a bordo e evacuação médica em alto-mar são caros e nem sempre entram no escopo do benefício do cartão. Para esse tipo de viagem, seguro específico é o caminho mais seguro.
  • Cuba: além de o seguro ser exigido por lei na entrada, o sistema local cobra em moeda estrangeira e nem sempre aceita credenciamento de central estrangeira. Apólice contratada resolve melhor.
  • Crianças pequenas e viajantes idosos: verifique no Guia se há condição especial por faixa etária antes de contar com a cobertura para todo o grupo.
ℹ️ Europa: o brasileiro não pede visto para turismoCircula muito a ideia de que é preciso comprovar € 30.000 de cobertura para entrar no Espaço Schengen. A exigência de € 30.000 vale para quem solicita visto (estudo, trabalho, estadia longa). Para turismo, o brasileiro é dispensado de visto: são até 90 dias a cada 180, só com o passaporte. Isso não dispensa o seguro — que continua recomendado pelo motivo médico —, mas dispensa a corrida atrás de um certificado em inglês antes de embarcar.

07Vale a pena o Nubank Ultravioleta só pelo seguro?

Essa é a pergunta que mais aparece — e a resposta é: provavelmente não, se o único objetivo for o seguro. Mas o contexto importa.

O cálculo real

A anuidade do Ultravioleta muda com o tempo e pode ser reduzida ou isentada conforme o volume investido ou gasto no cartão — confira o valor vigente no app antes de fazer conta. Do outro lado, um seguro avulso de qualidade para dez dias na Europa costuma ficar na faixa de R$ 180 a R$ 350 por viagem; para os Estados Unidos, um pouco acima disso.

A conta, então, é simples de montar: multiplique o preço de um seguro avulso pelo número de viagens internacionais que você faz por ano e compare com a anuidade que o app mostra hoje. Quem viaja uma ou duas vezes por ano dificilmente justifica o cartão pelo seguro; a partir de três ou quatro viagens, somado aos outros benefícios, a conta muda.

E há um ponto que a conta não mostra: com US$ 175.000 de cobertura médica, o Ultravioleta atende bem a maioria dos destinos. O que costuma faltar não é valor — são os 60 dias, os esportes e a franquia. É por aí que se decide se falta seguro complementar, não pelo número da cobertura.

Perfil de viajanteRecomendação
1–2 viagens/ano para Europa ou América LatinaO seguro do cartão costuma bastar. O Ultravioleta não se paga só por ele.
3+ viagens internacionais por anoO cartão começa a fazer sentido — somado a cashback, câmbio e sala VIP.
Viagem acima de 60 dias (intercâmbio, temporada)Apólice contratada, obrigatoriamente. A cobertura do cartão termina no meio.
Esportes de aventura no roteiroSeguro com módulo específico, independentemente do cartão.
O Ultravioleta é um bom cartão para viajante frequente — mas o seguro viagem é um benefício complementar, não o argumento principal de contratação.

Perguntas frequentes

É necessário pagar a passagem com o cartão para ter o seguro?+
Sim. A compra da passagem com o Ultravioleta é o que gera o direito, e o regulamento pede o pagamento integral. Pagamentos mistos (parte no cartão, parte em outro meio) ou bilhetes emitidos por milhas em geral não ativam o benefício — quando o bilhete sai por milhas, é o pagamento das taxas de embarque com o cartão que costuma valer. Confirme no Guia de Benefícios antes de embarcar contando com isso.
Meu cartão mostra US$ 150.000 de cobertura. Qual valor vale?+
US$ 150.000 é o limite antigo do Mastercard Black e ainda aparece em páginas de banco que não foram atualizadas. Para bilhetes de seguro emitidos a partir de 15/10/2025, a cobertura de despesas médicas, hospitalares e odontológicas é de US$ 175.000. O documento que vale é o bilhete que você emitiu para aquela viagem: é nele que está o valor efetivamente contratado.
Tem franquia no seguro do Nubank Ultravioleta?+
Sim: US$ 100 por evento. É a parte que fica com você em cada sinistro — numa despesa médica de US$ 400, o seguro entra com US$ 300, e numa de US$ 90 não entra. Muita gente descobre isso só no reembolso. Não torna o benefício ruim, mas explica por que atendimentos pequenos acabam saindo do bolso.
Quem tem diabetes ou hipertensão fica sem cobertura?+
Não. Ao contrário do que se lê por aí, as condições cobrem os episódios de crise causados por doença preexistente ou crônica quando eles geram quadro de emergência ou urgência, até a estabilização do paciente. O que não está coberto é a continuidade do tratamento: consulta de controle, exame de acompanhamento e medicação de uso contínuo continuam por sua conta. Vale organizar a viagem com receita e remédio suficientes, mas não é motivo para achar que você viaja sem nada.
O seguro do Ultravioleta serve para viajar à Europa?+
Serve como proteção médica, sim. Mas atenção à confusão mais comum: para turismo no Espaço Schengen, o brasileiro não pede visto — são até 90 dias a cada 180 com o passaporte comum. A exigência de € 30.000 de cobertura vale para quem solicita visto (estudo, trabalho, estadia longa). Nesse caso, sim, peça um certificado formal com nome, datas, valor da cobertura e repatriação, de preferência em inglês.
O que fazer se o voo for cancelado — aciono o seguro ou a companhia aérea?+
Primeiro a companhia: reacomodação, reembolso integral ou assistência material (alimentação e hospedagem, conforme o tempo de espera) são direitos seus, independentemente de seguro. O benefício do cartão entra depois, e é limitado: até US$ 200 por atraso a partir de 4 horas e até US$ 3.000 em cancelamento, apenas pelos motivos previstos no Guia. Cancelar por vontade própria não está coberto em nenhum dos dois.
Quanto tempo antes da viagem preciso emitir o bilhete de seguro?+
Não há prazo mínimo, mas a emissão precisa acontecer antes do embarque — depois não adianta. O ideal é emitir junto com a compra da passagem, ou pelo menos alguns dias antes, para ter tempo de resolver qualquer problema no app e conferir se as datas do bilhete cobrem a viagem inteira, remarcações incluídas.
Cônjuge e filhos estão cobertos pelo seguro do Ultravioleta?+
Depende do que o Guia de Benefícios do seu cartão prevê, e a condição mais comum é que a passagem dos acompanhantes também tenha sido paga com o mesmo cartão. Antes de contar com a cobertura do grupo, confirme no documento quem está incluído e em que condições — e, se o nome de alguém não aparece em documento oficial do emissor, trate essa pessoa como não coberta.

Antes de viajar, deixa o myroteiro cuidar dos detalhes.

A gente analisa as coberturas do cartão que você declarou, calcula o IOF real e entrega o dossiê completo em algumas horas.

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