A segunda hipótese é a que quase ninguém considera, e ela vem da própria bandeira. Nas condições gerais que a Visa publica no Brasil, em letras maiúsculas: os cartões Visa dispõem de diferentes benefícios de acordo com a instituição de pagamento emissora — e o portador deve confirmar com ela se a cobertura existe no seu cartão. O contrato de seguro correspondente não traz um único valor fixo: o capital segurado, diz o texto, é escolhido pelo segurado e consta do bilhete de seguro.
Por isso você não vai encontrar aqui uma tabela de valores por cartão. Ela existia nesta página e foi retirada: dava a impressão de uma uniformidade que não existe, e um número errado sobre seguro não é um detalhe editorial — é alguém embarcando achando que está coberto. No lugar dela, o que é verdade em qualquer cartão emitido no Brasil, uma ordem de grandeza por categoria com a data e a origem de cada número, e as condições que anulam a cobertura mesmo quando ela existe.
O essencial em 30 segundos
- >Quem define se o seu cartão tem seguro viagem — e de quanto — é o banco emissor, não a bandeira. A própria Visa escreve em maiúsculas, nas suas condições gerais, que os benefícios variam conforme a instituição emissora.
- >Emitir o bilhete de seguro antes do embarque não é exigência do seu banco: é regra do regulador para cartões emitidos no Brasil (Resolução CNSP nº 315, aplicada a partir de 2016). O bilhete costuma valer 12 meses, não uma viagem.
- >Doença preexistente NÃO é exclusão automática: as condições gerais cobrem expressamente a crise de urgência ou emergência, até a estabilização. O que fica de fora é a continuidade do tratamento.
- >Existe um teto de dias por viagem, e ele vai de 31 a 120 dias conforme o cartão. Não existe limite padrão de 90 dias — esse é o primeiro número a conferir em viagem longa.
- >A cobertura vale no exterior e nunca no Brasil, e a passagem precisa ter sido paga com o cartão — em vários regulamentos, o valor total.
01A pergunta certa não é "quanto cobre", e sim "existe no meu cartão?"
Existe uma ideia muito difundida de que o seguro viagem é um atributo da bandeira: Visa Infinite cobre tanto, Mastercard Black cobre tanto. Na prática brasileira, isso é falso para quase todas as combinações — e quem diz isso com mais clareza é a própria bandeira.
OS CARTÕES VISA DISPÕEM DE DIFERENTES BENEFÍCIOS DE ACORDO COM A INSTITUIÇÃO DE PAGAMENTO EMISSORA.
A frase está em maiúsculas nas condições gerais publicadas pela Visa no Brasil, seguida da orientação para o portador confirmar com o emissor se o benefício de seguro existe no seu cartão. Não é uma ressalva de rodapé: é a estrutura do produto. O banco contrata (ou não contrata) o pacote de benefícios que quer oferecer, e dois cartões com o mesmo nome de categoria podem ter coberturas diferentes — ou nenhuma.
O contrato de seguro por trás confirma. No texto das condições gerais, o valor da cobertura não está escrito em lugar nenhum: o capital segurado será escolhido pelo Segurado, e constará do Bilhete de Seguro. Ou seja, o número que vale para você não está numa tabela pública — está no documento individual emitido em seu nome.
A consequência prática é simples e vale para o resto desta página: qualquer tabela que anuncie "Visa Infinite = US$ X" está errada por construção, mesmo quando o número é plausível. Ela pode estar certa para o cartão de uma pessoa e errada para o da pessoa ao lado, com o mesmo plástico na mão.
02O que vale em qualquer cartão emitido no Brasil
Se quase tudo varia por emissor, quatro coisas não variam. São elas que decidem se você tem cobertura no dia do problema — e nenhuma delas depende de quanto o seu cartão cobre.
1. O bilhete de seguro precisa existir antes do embarque
Este é o ponto que mais derruba sinistro, e ele costuma ser explicado como se fosse burocracia do banco. Não é. Desde a Resolução CNSP nº 315 (o CNSP é o Conselho Nacional de Seguros Privados, que define as regras do setor), aplicada a partir de 2016, a cobertura de seguro embutida em cartão emitido no Brasil se materializa num bilhete individual, com segurado nomeado, capital segurado e vigência. Antes disso, a cobertura era automática para quem comprasse a passagem com o cartão. Depois, não é mais — em nenhum banco.
Uma nuance útil, e pouco conhecida: o bilhete costuma ter validade de 12 meses a partir da emissão, e não de uma viagem. Você não precisa emitir um a cada vez que sai do país. Precisa, sim, garantir que existe um bilhete válido cobrindo as datas em que você estará fora.
2. A passagem precisa ter sido paga com o cartão
Esta página já disse que bastava pagar "pelo menos uma parte" da passagem com o cartão. É permissivo demais. A regra varia por emissor e por bandeira, e alguns exigem o valor total — é o caso da Elo. Duas exceções reais valem ser conhecidas:
- Passagem emitida com milhas costuma ser aceita quando as taxas de embarque foram pagas com o cartão.
- Desde 15/10/2025, o MasterAssist Black aceita inclusive milhas de outro programa de fidelidade.
Fora dessas hipóteses, passagem comprada no cartão da empresa, no cartão de um parente ou paga por terceiros costuma deixar o benefício de fora — e o portador só descobre no sinistro.
3. A cobertura vale no exterior, e não vale no Brasil
O território dessas apólices é o mundo inteiro exceto o Brasil. Não é uma pegadinha de um contrato específico: é o padrão. Isso inclui o trecho doméstico da mesma viagem — a conexão de Belo Horizonte a Guarulhos antes do voo internacional está fora.
4. Existe um teto de dias por viagem
E ele varia muito mais do que se imagina: 31 dias em Visa Platinum, 60 em Visa Infinite, em Mastercard Black e no Nubank Ultravioleta, 90 no Elo Nanquim, até 120 em alguns cartões corporativos Elo. Depois do teto, a cobertura não diminui: ela acaba.
03Ordem de grandeza da cobertura médica, por categoria
Os números abaixo servem para você saber o que perguntar, e não para você contar com eles. Cada um vem de um documento público, com a data em que foi publicado ou levantado. E todos são tetos de programa: o que o seu banco de fato contratou pode ser menor, e é o seu bilhete que decide.
Nenhum destes valores está garantido no seu cartão. Confirme com o seu banco emissor antes de embarcar.
| Cartão | Despesas médicas anunciadas | De onde vem esse número |
|---|---|---|
| Mastercard Black | US$ 175.000 | Guia de benefícios MasterAssist Black de setembro de 2025, para bilhetes emitidos a partir de 15/10/2025. Contrato único da bandeira (processo SUSEP 15414.900762/2015-16) — o caso mais padronizado do Brasil, mas ainda assim um teto: o seu banco pode ter contratado menos. |
| Mastercard Platinum | US$ 25.000 | Guia de benefícios de novembro de 2021. |
| Visa (Platinum, Signature, Infinite) | US$ 175.000 na tabela da bandeira | Condições gerais de junho de 2023, revisadas em fevereiro de 2025. A Visa não garante esse valor por cartão: quem define é o emissor, e ela mesma pede que você confirme com ele. |
| Elo Nanquim | US$ 150.000 | Levantamento do fim de 2025. Subiu bastante: era US$ 60.000. |
| Elo Grafite | US$ 25.000 | Levantamento do fim de 2025. O Grafite tem seguro, sim — mas abaixo dos € 30.000 pedidos em alguns processos de visto. |
| Amex Platinum | US$ 100.000 | Condições do emissor no Brasil, levantadas em setembro de 2026. |
| Amex Centurion | US$ 150.000 | Condições do emissor no Brasil, levantadas em setembro de 2026. Emitido aqui pelo Bradesco, apenas por convite. |
Sobre o Centurion, vale desfazer um número que circula muito: não são US$ 1.000.000 de cobertura médica. Esse valor existe no contrato, mas designa a indenização por morte acidental em viagem — outra garantia, outro evento. Confundir os dois muda a decisão de quem está escolhendo se contrata ou não um seguro adicional para os Estados Unidos.
Você deve ter notado que só aparece aqui a cobertura médica. É proposital: as demais garantias (bagagem, atraso de voo, cancelamento, odontologia) variam ainda mais entre emissores, e listá-las por cartão reproduziria exatamente o erro que esta página tinha. A única exceção vem a seguir.
04O caso mais padronizado: o que o MasterAssist Black diz de verdade
O Mastercard Black é o mais padronizado dos quatro: a cobertura vem de um contrato único da bandeira com a AIG (processo SUSEP 15414.900762/2015-16), e não de um pacote renegociado a cada banco. É por isso que uma lista de garantias faz sentido aqui, e quase em nenhum outro lugar.
Padronizado não quer dizer garantido para você. O próprio guia da bandeira ressalva, na página 2, que a seleção de benefícios do seu cartão pode variar conforme o emissor — e é possível que o seu banco tenha contratado um valor menor que o teto do programa. Leia a lista abaixo como o máximo que esse contrato prevê, e confira o número que está no seu bilhete: é ele, e só ele, que vale numa emergência.
Os valores abaixo são os do guia de benefícios de setembro de 2025, aplicáveis aos bilhetes emitidos a partir de 15/10/2025. Um bilhete emitido antes dessa data segue o texto anterior — o seu documento manda sobre qualquer resumo, inclusive este.
- Despesas médicas e hospitalares: US$ 175.000
- Traslado médico de emergência: US$ 100.000
- Traslado de corpo (repatriação funerária): US$ 100.000
- Atraso de bagagem: US$ 600, a partir de 4 horas de atraso
- Perda de bagagem: US$ 3.000, com eletrônicos limitados a US$ 500 por item
- Atraso de voo: US$ 200, a partir de 4 horas consecutivas
- Cancelamento de viagem: US$ 3.000, antes do embarque e apenas pelas causas listadas no contrato
- Odontologia: não existe garantia separada. O contrato cobre tratamento dentário decorrente de lesão em dentes hígidos e naturais, limitado a US$ 100 por dente, dentro do capital de despesas médicas
- Franquia: US$ 100 por evento, por sua conta
- Prazo máximo: 60 dias por viagem
- Território: mundo inteiro, exceto o Brasil
Duas linhas dessa lista merecem atenção, porque não aparecem em nenhum material de divulgação. A franquia de US$ 100 por evento significa que um atendimento de US$ 90 sai inteiramente do seu bolso. E a odontologia não é o que a maioria imagina: não há um pacote de urgência odontológica de mil e tantos dólares, há o conserto de um dente saudável quebrado num acidente, limitado a cem dólares por dente.
05Como emitir o bilhete: o passo que anula tudo se faltar
Emitir o bilhete leva cinco minutos e é gratuito onde o benefício existe. Não fazer isso é o motivo mais comum de recusa de sinistro em cartão brasileiro — e, como vimos, é uma regra do regulador, não uma exigência do seu banco. Nenhum emissor pode dispensá-la.
O caminho é sempre um dos dois: a área de benefícios ou seguros no app do seu cartão, ou o portal da bandeira (Visa, Mastercard, Elo e Amex mantêm portais próprios de benefícios). Qual dos dois vale para o seu cartão é uma pergunta para a central — e vale fazê-la junto com as três da primeira seção.
Você vai precisar informar CPF, dados do passaporte, datas de ida e volta, países de destino e os acompanhantes que também devem ser cobertos. Ao receber o bilhete, confira cinco campos antes de guardar o PDF:
- Seu nome, escrito como está no passaporte
- O capital segurado de despesas médicas e hospitalares
- A vigência — e se ela cobre todas as datas em que você estará fora
- O território coberto
- O telefone da central de assistência, que é para onde você liga antes de ir ao hospital
Se algum desses campos estiver em branco, ou diferente do que a central te disse, é agora que dá para corrigir. Depois do acidente, não dá.
Um lembrete que decorre da validade de 12 meses: se você emitiu um bilhete para a viagem de julho, ele pode ainda estar valendo em novembro. Vale conferir antes de emitir outro — e vale conferir de novo se as datas mudaram, porque uma remarcação pode jogar a volta para fora da vigência.
06O que não é coberto — e o que é, ao contrário do que se diz por aí
Comecemos pela correção mais importante desta página, porque ela custa dinheiro a quem acredita no contrário.
Doença preexistente não é exclusão automática
Esta página afirmava que doenças preexistentes estavam excluídas em todos os cartões. Não estão. As condições gerais dizem o oposto, com todas as letras: estão cobertos os episódios de crise ocasionados por doença preexistente ou crônica, quando gerar quadro clínico de emergência ou urgência.
Na prática: se você é diabético e tem uma crise no meio da viagem, ou hipertenso e passa mal na rua, o atendimento de urgência está coberto — até a estabilização do quadro. O que não está coberto é a continuidade do tratamento: consultas de acompanhamento, exames de rotina, a medicação de uso contínuo que ficou em casa, a fisioterapia de uma lesão antiga.
O que realmente fica de fora
- A franquia. No MasterAssist Black são US$ 100 por evento; outros contratos têm o seu próprio valor. Um atendimento barato pode ficar inteiramente por sua conta.
- O Brasil. Nenhum trecho nacional entra, nem a conexão doméstica da mesma viagem.
- O tempo além do teto. Passou de 60 dias num Mastercard Black, não há cobertura reduzida: não há cobertura.
- A continuidade de tratamento de condição preexistente, como acima.
- Tratamentos estéticos e eletivos, e sinistros ligados a álcool ou drogas: exclusões clássicas, presentes na maioria dos contratos.
Duas coisas que todo mundo dá como excluídas — e que exigem checar
Esportes. É comum ler que esqui, mergulho e escalada estão fora. As condições gerais que consultamos não trazem uma exclusão geral de prática esportiva — elas mencionam o esporte como exceção a uma exclusão, o que é o contrário. A regra que vale para você está no guia de benefícios da sua bandeira, e a linha divisória costuma passar pela prática em competição ou profissional. Se o roteiro tem esqui nos Alpes ou mergulho no Caribe, pergunte ao emissor citando a atividade pelo nome, e guarde a resposta por escrito.
Gravidez. Você vai encontrar em todo lugar um limite de 28 ou 32 semanas, inclusive nesta página até hoje. Esse número vem de apólices de seguro viagem vendidas separadamente, não de cartão: nas 155 páginas das condições gerais que consultamos, a palavra "semana" não aparece uma única vez. Ou seja, não existe um limite padrão de semanas que a gente possa te dar para cartão. Pergunte ao emissor e peça a resposta por escrito, porque é o tipo de informação que a central improvisa.
07Quando o seguro do cartão não é suficiente
Para uma viagem curta de turismo, num destino de custo médico moderado, com um cartão cuja cobertura você confirmou, o seguro do cartão costuma dar conta. Cinco situações mudam essa conclusão:
- Viagem longa. É o motivo mais comum e o mais silencioso. Trinta e um dias num Visa Platinum, 60 num Infinite ou num Mastercard Black, 90 num Elo Nanquim. Intercâmbio, trabalho remoto ou uma volta ao mundo estouram esses tetos sem que nada avise. Para esses casos, uma apólice pelo período inteiro resolve o que o cartão não resolve.
- Destinos de saúde cara. Nos Estados Unidos, o custo médio de um dia de internação foi de US$ 3.297 em 2024 (levantamento da KFF a partir da pesquisa anual da American Hospital Association) — e várias vezes isso em terapia intensiva. Uma cobertura de US$ 25.000, como a de um Mastercard Platinum ou de um Elo Grafite, cobre poucos dias. Uma de US$ 175.000 é confortável para a maioria dos casos, mas não é infinita.
- Condição crônica que exige acompanhamento. A urgência está coberta; a continuidade do tratamento, não. Se a sua viagem é longa o bastante para incluir consultas ou exames previstos, é uma apólice dedicada que resolve.
- Reembolso e franquia. Vários benefícios de cartão funcionam por reembolso: você paga o hospital e pede o dinheiro depois. Isso exige que o limite do cartão aguente a conta primeiro. Some a franquia por evento e faça a conta antes de embarcar, não na recepção.
- Grupo em que nem todos entram no bilhete. Se o regulamento cobre só o titular, ou exige que a passagem de cada acompanhante tenha sido paga no mesmo cartão, as pessoas que ficam de fora precisam da própria cobertura.
Uma observação que vale para todos esses casos: o seguro do cartão e uma apólice contratada não são excludentes. Dá para usar a apólice como base médica e o cartão como camada complementar para bagagem e atraso de voo.
08Europa: o que a lei realmente exige de um brasileiro
Esta seção existia aqui em outra forma, e estava errada. Ela explicava como pedir ao banco um comprovante para o visto Schengen. Acontece que brasileiros não pedem visto Schengen para turismo: o Regulamento (UE) 2018/1806 lista o Brasil no Anexo II, e o artigo 4(1) dispensa de visto as estadas de até 90 dias dentro de qualquer período de 180 dias. A exigência de cobertura médica de € 30.000 se aplica a quem solicita visto — o que não é o seu caso, se a viagem é de turismo dentro desse prazo.
Dizendo sem rodeios: nenhuma lei obriga um brasileiro a ter seguro viagem para turistar na Europa. A recomendação continua forte, mas por um motivo bem mais concreto que a fronteira: um dia de hospital em Paris, Lisboa ou Roma sai caro, e a conta é sua. É a mesma razão pela qual vale conferir o capital segurado do seu cartão antes de embarcar — não para mostrar a alguém, para usar.
A exigência documental volta a valer em três situações: pedido de visto de longa duração (estudo, trabalho, reagrupamento familiar), estadas acima de 90 dias, e alguns destinos fora da Europa que exigem comprovação de seguro na entrada. Nesses casos, peça ao emissor um certificado formal com nome, vigência, capital segurado e validade territorial, de preferência com versão em inglês — uma carta genérica de benefícios costuma não bastar.
09O que o myroteiro faz com isso — e o que não faz
Quando você monta seu roteiro, o dossiê traz uma seção chamada Seu cartão na viagem, construída a partir do que você declarou no formulário: bandeira, banco emissor e categoria do cartão. Ela reúne:
- as coberturas que esse perfil de cartão costuma trazer, e o que fazer para ativar cada uma (pagar a passagem com ele, emitir o bilhete, recusar a proteção da locadora quando o cartão já cobre);
- os limites práticos diante do seu destino — quando o valor típico da sua categoria fica curto para o custo de saúde de onde você vai;
- os telefones de emergência e como funciona a rede credenciada: ligar antes, em vez de pagar do próprio bolso;
- o passo a passo para acionar num caso real, com prazos, e as pegadinhas que anulam a cobertura;
- o lembrete de emitir o bilhete de seguro antes do embarque — a armadilha clássica desta página inteira.
Se você não informou o cartão, a seção vira um guia de como descobrir as coberturas do seu, com as perguntas exatas para levar à central.
E o que não fazemos, para não restar dúvida: não acessamos sua conta bancária nem suas transações, não vendemos seguro e não temos parceria com seguradora, e não afirmamos que uma cobertura está garantida. Quem confirma isso é o seu emissor, no seu bilhete. O nosso trabalho é te dizer o que perguntar e quando — antes de embarcar, e não na recepção de um hospital.
Perguntas frequentes
Como sei se o meu cartão tem seguro viagem?+
Preciso pagar pela emissão do bilhete de seguro?+
O que acontece se eu esquecer de emitir o bilhete antes de embarcar?+
Tenho diabetes (ou hipertensão). O seguro do cartão me cobre?+
Quantos dias de viagem o seguro do cartão cobre?+
Preciso de seguro viagem para entrar na Europa?+
O seguro do cartão cobre esportes?+
O seguro do cartão cobre minha família se viajamos juntos?+
Tenho dois cartões com seguro. Posso acionar os dois?+
O seguro do cartão cobre extravio de bagagem de mão?+
Qual a diferença entre o seguro do cartão e um seguro viagem contratado?+
Pare de gastar horas pesquisando.
O myroteiro analisa seu cartao, calcula o orcamento real com IOF e monta seu dossier em algumas horas, com revisao humana antes de enviar.
Começar meu roteiroContinue lendo
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