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Você compra a passagem para Lisboa na tarifa mais barata da tela, satisfeito com o preço. Três semanas depois, no check-in online, descobre que aquela tarifa não incluía nenhuma mala no porão — e que a primeira peça, comprada ali, custa quase o que você economizou. Nada disso estava escondido: estava no contrato de transporte. Só não estava no número em destaque.
O que quase todo mundo entende errado: desde a Resolução 400 da ANAC, em vigor desde 2017, a bagagem despachada deixou de ser um direito automático do passageiro e virou um produto vendido à parte, com preço próprio, que muda conforme a companhia, a rota, a tarifa e o momento em que você paga. A lei que devolveria a mala de 23 kg gratuita foi aprovada pela Câmara em 28/10/2025 — e, em 13/09/2026, continua parada no Senado. Ou seja: hoje, a regra que vale é a da cobrança.
Este guia usa exclusivamente as páginas oficiais das companhias (TAP, GOL, LATAM, Azul, American, Delta, Air France e Iberia), a ANAC, o Congresso, o FMI e o Banco Central para responder a uma pergunta só: quanto custa, de verdade, despachar uma mala num voo internacional saindo do Brasil em 2026 — e como pagar o menor valor possível, sem surpresa no balcão.
O essencial em 30 segundos
- >Desde a Resolução 400 da ANAC (13/12/2016), a mala despachada é um produto opcional: a única franquia garantida por norma é a bagagem de mão de 10 kg, e o que inclui ou não a mala é a tarifa, não a companhia.
- >A lei da mala gratuita de 23 kg (PL 5041/2025) passou na Câmara em 28/10/2025 por 361 a 77, mas em 13/09/2026 ainda aguarda despacho no Senado — não vale, e uma tentativa igual foi vetada em 2022.
- >A TAP publica preço aberto: mala extra a partir de 30 € online (≈ R$ 177) e excesso de 23 a 32 kg a 130 € ou 150 € por peça entre Brasil e Europa (≈ R$ 768 a R$ 886); LATAM, Azul e Air France só mostram o valor dentro da reserva.
- >A American passou a cobrar a primeira mala na Basic Economy para a América do Sul em 09/04/2026: US$ 70 a US$ 100 por peça e trecho, ou R$ 356 a R$ 509 pela PTAX de 11/09/2026.
- >Em extravio internacional, a companhia tem 21 dias para localizar a mala e o teto de indenização material subiu para 1.519 DES em 28/12/2024 — cerca de R$ 10,6 mil em setembro de 2026 — embora a página da ANAC ainda cite 1.288 DES.
01O que diz a regra: a ANAC liberou a cobrança em 2017, e a lei que a reverte ainda não existe
A base legal da cobrança é a Resolução nº 400 da ANAC, de 13/12/2016, que entrou em vigor em março de 2017. Antes dela, toda passagem internacional vinha com franquia de bagagem despachada embutida. Depois, a franquia virou opcional. A própria agência explica assim, na sua página oficial sobre bagagem:
«Após a edição da Resolução nº 400, de 13 de dezembro de 2016, as empresas aéreas podem vender passagens com diferentes tipos de franquias de bagagem despachada ou até mesmo sem a franquia, para passageiros que optarem por não utilizar esse serviço.» — ANAC, página «Bagagem», consultada em 13/09/2026
Dois pontos dessa regra passam despercebidos. Primeiro: a única franquia garantida por norma é a bagagem de mão de 10 kg, sem custo — e mesmo essa tem as dimensões definidas pela companhia, não pela ANAC. Segundo: a ANAC diz expressamente que «em todas as passagens valem as regras do contrato, especialmente a de franquia de bagagem». Traduzindo: o que define se você tem mala incluída não é a companhia, nem o destino, mas a tarifa que você escolheu dentro daquela companhia.
E a lei da bagagem gratuita?
Existe um projeto, e ele avançou de verdade. Em 28/10/2025, a Câmara dos Deputados aprovou, dentro do PL 5041/2025, uma emenda que garante o despacho gratuito de uma mala de até 23 kg em voos nacionais e internacionais operados no país, por 361 votos a 77. O mesmo texto amplia a mala de bordo para 12 kg em voos domésticos, proíbe o cancelamento da volta quando o passageiro não embarca na ida e veda a cobrança pela marcação de assento padrão. O autor da emenda afirmou, na sessão, que as companhias faturaram cerca de R$ 5 bilhões com a cobrança entre 2017 e 2024 sem que a passagem ficasse mais barata — é uma estimativa parlamentar, não um dado auditado.
O projeto foi enviado ao Senado em 04/11/2025. Na página oficial do Senado, com dados atualizados em 01/09/2026, a situação continua «aguardando despacho» — o texto ainda nem foi distribuído a uma comissão. Não é lei, não produz efeito, e nenhuma companhia é obrigada a cumpri-lo.
02O que entra na franquia, o que vira cobrança extra e o que ninguém explica sobre «peça»
Antes de comparar preços, é preciso separar três coisas que as companhias tratam como produtos diferentes — e que o passageiro costuma chamar, todas, de «bagagem».
O que a tarifa mais barata costuma incluir
- Item pessoal: uma mochila ou bolsa que cabe debaixo do assento. Na GOL, por exemplo, o limite é 32 × 22 × 43 cm e até 10 kg. É o único volume que a tarifa Basic da GOL inclui desde 14/10/2025.
- Mala de bordo: a mala pequena que vai no compartimento superior. A ANAC garante 10 kg sem custo; a GOL passou a permitir 12 kg em todas as tarifas exceto a Basic, para bilhetes comprados a partir de 14/10/2025. Em algumas tarifas internacionais de outras companhias ela também pode ficar de fora — leia o detalhe da tarifa, não o nome.
O que é «bagagem despachada» e como ela é medida
Em voo internacional vale o conceito de peça: cada mala conta como uma unidade com limite próprio de peso e tamanho, normalmente 23 kg e, na maioria das companhias, 158 cm somando altura, largura e profundidade (a Delta usa 157 cm; a GOL publica 50 × 28 × 80 cm). Duas malas de 11 kg não equivalem a uma de 22 kg — são duas peças, e você paga duas. A GOL diz isso com todas as letras: «para despachar dois volumes você precisaria comprar duas bagagens», mesmo que o peso total fique abaixo de 23 kg.
O que não entra na franquia — e vira cobrança extra
- Excesso de peso: entre 23 kg e 32 kg, a maioria cobra uma taxa fixa por peça, não por quilo. Na TAP, entre Brasil e Europa, são 130 € na baixa temporada e 150 € na alta, por mala e por trecho. Na GOL, é «um valor fixo de excesso conforme o destino», cobrado só no momento do despacho — não dá para comprar antecipado com desconto.
- Acima de 32 kg: em voo internacional, a GOL não aceita nenhuma peça acima disso; a regra é comum no setor. Redistribua antes de chegar ao balcão.
- Excesso de tamanho: cobrado à parte do excesso de peso. Na TAP, uma mala que ultrapassa peso e medidas paga as duas taxas — 260 € na baixa e 300 € na alta.
- Cada trecho é uma compra: a bagagem comprada para a ida não vale para a volta. A GOL explica que a compra «é válida por trecho de voo»; a TAP e a Air France cobram por segmento. Um casal em ida e volta compra quatro peças, não duas.
Quem escapa da cobrança sem mudar de tarifa
Programas de fidelidade e cartões co-branded. Na GOL, clientes Smiles Prata despacham a primeira mala grátis, Ouro até a segunda e Diamante até a terceira — e o benefício não se acumula com a franquia da tarifa: vale o maior. American e Delta isentam a primeira mala para membros com status e para titulares dos cartões da companhia, com regras próprias por rota. Se você tem um desses cartões, confira a regra antes de pagar a tarifa acima só pela mala.
03Companhia por companhia: quem inclui a mala de 23 kg e quem cobra (setembro de 2026)
A tabela reúne o que cada companhia publica em página oficial em 13/09/2026. Onde a companhia não divulga preço em tabela aberta — o caso da LATAM, da Azul e da Air France, que só mostram o valor dentro da reserva — está escrito «varia»; não inventamos um número. Valores em euro e dólar convertidos pela PTAX de 11/09/2026 (US$ 1 = R$ 5,09; € 1 = R$ 5,91), sem IOF.
| Companhia | Tarifa sem mala no porão | Tarifa com 1 mala de 23 kg | Preço da mala extra (publicado) | Excesso 23–32 kg |
|---|---|---|---|---|
| TAP Air Portugal | Discount | Basic, Classic e Plus (Executive: 2 × 32 kg) | a partir de 30 € (≈ R$ 177) por peça, online e antecipado | 130 € baixa / 150 € alta temporada, por peça (≈ R$ 768 a R$ 886) |
| GOL | Basic e Light | Plus (1 mala incluída) | varia por destino; sem tabela aberta consultável diretamente, com desconto fora do balcão | valor fixo por destino, cobrado só no despacho |
| LATAM | Basic e Light | Plus e Top | varia; aparece em «Minhas Viagens» após a reserva | não publicado em tabela aberta |
| Azul | Azul | Mais Azul | varia por rota e momento; mais caro no aeroporto do que no site ou app | não publicado em tabela aberta |
| American Airlines | Basic Economy (América do Sul, desde 09/04/2026) | Main Cabin e superiores, conforme a rota | Basic Economy América do Sul: US$ 70 a US$ 100 a primeira mala (≈ R$ 356 a R$ 509), conforme mercado e data | consulte a rota no site |
| Delta | Main Basic, conforme a rota | Main Classic e superiores, conforme a rota | varia; a Delta publica uma calculadora por trecho (referência doméstica EUA: US$ 45 a primeira, US$ 55 a segunda) | Main e Comfort: 23 kg; Delta One e First: 32 kg por peça |
| Air France / KLM | Light | Standard | varia por destino; desconto até 24 h antes do voo; câmbio revisto duas vezes por ano | não publicado em tabela aberta |
| Iberia | Básica | Confort | varia; mostrado na compra | não publicado em tabela aberta |
Três leituras dessa tabela. Primeira: em 2026, todas as grandes companhias que voam do Brasil têm uma tarifa internacional sem mala — inclusive as americanas, que por muitos anos incluíram a primeira peça para a América do Sul. A American formalizou a cobrança na Basic Economy sul-americana em 09/04/2026 e a ampliou em 18/05/2026. Segunda: o nome da tarifa muda (Discount, Basic, Light, Azul, Básica), mas o mecanismo é o mesmo — a mala sai do preço-base e volta como item opcional. Terceira: quem publica preço fixo (TAP) permite planejar; quem só mostra dentro da reserva (LATAM, Azul, Air France) obriga você a simular a compra até o passo da bagagem antes de decidir.
04Na prática: como pagar o menor valor pela mala, passo a passo
A ordem em que você faz as coisas define quanto paga. Este é o roteiro que funciona com todas as companhias da tabela.
- Decida quantas peças a viagem exige antes de olhar tarifa. Uma semana em Lisboa com mala de bordo de 10 kg é viável; 15 dias no inverno europeu para duas pessoas raramente são. O número de peças, multiplicado por trechos, é o seu custo de bagagem — e ele precisa entrar na comparação de preço da passagem.
- Simule a compra até a tela de bagagem em duas tarifas. Na tarifa sem mala, some o preço da peça por trecho. Na tarifa seguinte, veja o que mais ela inclui (mala de bordo, marcação de assento, alteração). Com frequência a tarifa superior custa menos do que «tarifa barata + mala + assento» — e às vezes não. Só a simulação diz.
- Compre a bagagem no site ou no app, nunca no balcão. É a regra mais rentável do guia. A GOL declara que «não há desconto para compra de bagagem no balcão do aeroporto»; a TAP anuncia «a partir de 30 €» para compra online e antecipada; a Air France dá desconto até 24 h antes do voo; a American cobra US$ 5 a menos por mala paga online. Em voos domésticos, a imprensa registrou em 15/04/2026 diferenças de R$ 140 para R$ 200 (LATAM) e de R$ 130 para R$ 180 (GOL) entre site e balcão.
- Compre para todos os trechos de uma vez. A compra vale por trecho. Se você fecha só a ida, a volta será comprada depois — possivelmente no balcão, pelo preço cheio.
- Pese a mala em casa com a balança da companhia em mente. O limite é 23 kg por peça; o excesso é cobrado por peça, no despacho, sem desconto antecipado. Na TAP, entre Brasil e Europa, 1 kg a mais custa o mesmo que 9 kg a mais: 130 € ou 150 €, conforme a temporada.
- Verifique status e cartão antes de pagar. Smiles Prata, Ouro e Diamante, status AAdvantage e Medallion e cartões co-branded isentam peças em condições específicas. O benefício não se soma à franquia da tarifa — vale o maior —, mas pode zerar a conta.
- Guarde o comprovante. Recibo da compra da bagagem, print da tarifa escolhida e etiqueta de despacho. Em caso de cobrança dupla ou de extravio, são eles que resolvem.
05A conta real em reais: quatro cenários com os números publicados
Quatro cenários com os únicos números que as companhias publicam em tabela aberta, convertidos pela PTAX de venda de 11/09/2026 (US$ 1 = R$ 5,0918; € 1 = R$ 5,9085). São referências para planejar, não cotações: o valor real aparece na sua reserva.
Cenário 1 — casal, São Paulo–Lisboa, TAP Discount, uma mala por pessoa
Duas pessoas, ida e volta, uma peça cada: 4 compras. Pelo piso publicado pela TAP (30 € por peça, online e antecipado), a conta começa em 120 €, cerca de R$ 709. É o mínimo — o valor cresce conforme o destino e a proximidade do voo. Compare com a diferença para a tarifa Basic, que já inclui a peça: se a diferença for menor que isso, a tarifa superior vence.
Cenário 2 — a mala que voltou com 25 kg
Mesma viagem. Uma das malas volta de Lisboa com 25 kg de compras. A TAP cobra o excesso por peça, não por quilo: 130 € na baixa temporada (≈ R$ 768) ou 150 € na alta (≈ R$ 886) — no balcão, sem desconto. Dois quilos custaram mais do que as quatro peças do cenário 1. Se a mala também ultrapassar as medidas, dobra: 260 € ou 300 €.
Cenário 3 — American Airlines, Basic Economy, Brasil–Estados Unidos
Desde 09/04/2026 a American cobra a primeira mala na Basic Economy em mercados da América do Sul: US$ 70 a US$ 100 por peça e trecho, conforme mercado e data da compra — de R$ 356 a R$ 509 pela cotação de referência. Ida e volta para uma pessoa: entre R$ 713 e R$ 1.018 só de bagagem. Membros com status AAdvantage e titulares de cartões da companhia têm a primeira mala isenta, conforme a regra de cada cartão.
Cenário 4 — o mesmo valor, cobrado em dólar num cartão brasileiro
Quando a companhia cobra a bagagem em moeda estrangeira e você paga com cartão emitido no Brasil, a operação é de câmbio: incide IOF de 3,5% — a alíquota unificada pelo Decreto 12.466/2025, em vigor desde 23/05/2025 para cartão de crédito, débito, pré-pago e espécie, sem exceção por meio de pagamento — mais o spread da conversão do seu banco. Uma mala de US$ 100 vira cerca de R$ 527 só de IOF e câmbio de referência, antes do spread. Se o site da companhia oferece cobrança em reais, é uma operação doméstica: sem IOF. Cartão emitido fora do Brasil não paga IOF em nenhuma hipótese, porque o imposto é brasileiro.
06Se a mala não chegar: prazos da ANAC e o teto de indenização que mudou
O preço da mala tem um contraponto que quase ninguém lê: o que a companhia te deve se a mala não chegar. As regras são da ANAC, para o prazo, e da Convenção de Montreal, para o valor.
Os prazos, segundo a ANAC
- Comunique o extravio imediatamente, ainda na sala de desembarque, com o comprovante de despacho. Sem a etiqueta, a reclamação trava.
- A mala pode ficar «extraviada» por até 7 dias em voo nacional e 21 dias em voo internacional. Localizada, deve ser entregue no endereço que você informar.
- Não localizada nesse prazo, a companhia tem 7 dias para indenizar.
- Enquanto você está sem a mala fora do seu domicílio, tem direito a ressarcimento de gastos emergenciais, pago em até 7 dias após apresentar os comprovantes — a companhia define a forma e o limite diário.
- Mala avariada ou violada: reclamação por escrito em até 7 dias após o recebimento.
O teto de indenização — e o detalhe que a página da ANAC ainda não atualizou
Em voo internacional, o limite de responsabilidade da companhia por perda, avaria ou atraso da bagagem é fixado pela Convenção de Montreal em Direitos Especiais de Saque (DES), a unidade de conta do FMI. O texto original de 1999 falava em 1.000 DES por passageiro; a OACI revisa esse teto a cada cinco anos. A página da ANAC informa, em 13/09/2026, «até 1.288 DES para voos internacionais». Mas a revisão mais recente da OACI, em vigor desde 28/12/2024, elevou o limite para 1.519 DES — e, em decisão divulgada em 05/07/2026, o Tribunal de Justiça de São Paulo entendeu que a indenização deve seguir o teto atualizado da OACI, não o valor defasado.
Em reais: em 11/09/2026, 1 DES valia US$ 1,3719 pela cotação do FMI, ou cerca de R$ 6,99 pela PTAX. Logo, 1.519 DES equivalem a aproximadamente R$ 10,6 mil, e 1.288 DES a cerca de R$ 9 mil. É um teto para danos materiais; danos morais são discutidos à parte, e a Justiça brasileira os reconhece — no caso julgado em julho de 2026, foram fixados em R$ 7 mil.
07Antes de fechar a compra: o que guardar e o que não esperar de ninguém
Bagagem despachada em 2026 é um item de orçamento, não uma linha miúda do contrato. O que muda o resultado é fazer a conta antes — número de peças vezes número de trechos, na tarifa certa, comprada no canal certo — e guardar o que prova o que você pagou.
O que ter em mãos no dia do voo
- Print da tarifa escolhida com a franquia descrita (é o «contrato» de que a ANAC fala).
- Recibo da compra de cada peça, por trecho.
- Peso de cada mala aferido em casa, com folga de 1 kg para a balança do aeroporto.
- Foto da mala fechada e do conteúdo aberto — facilita o inventário no extravio.
- Etiqueta de despacho guardada até a última mala sair da esteira em casa.
- Regra de bagagem da companhia parceira, se algum trecho for operado por outra empresa: a GOL informa que, nesses casos, vale a franquia da parceira.
O que uma plataforma de roteiro faz — e o que não faz
Ao organizar a viagem no myroteiro, a bagagem entra na lista do que ainda falta resolver, ao lado do seguro e dos documentos — para que a peça seja comprada no canal certo, e não no balcão. Ele não compra a bagagem, não negocia com a companhia e não garante preço: o myroteiro identifica e analisa — você reserva onde quiser. A economia que essa organização costuma gerar numa viagem internacional fica na faixa de R$ 800 a R$ 1.500, e a bagagem paga antecipadamente é uma das parcelas mais previsíveis dessa conta.
Uma última coisa que ninguém te conta: a próxima revisão do teto da OACI só vem em cinco anos, e a lei da mala gratuita depende de um Senado que, em setembro de 2026, ainda não a despachou para comissão. Nenhum dos dois vai mudar a sua viagem deste ano. A tarifa que você escolhe hoje, sim.
Perguntas frequentes
Quanto custa despachar uma mala em voo internacional saindo do Brasil em 2026?+
A tarifa mais barata (Basic, Light, Discount) inclui bagagem despachada?+
A lei da bagagem despachada gratuita de 23 kg já está valendo?+
Qual é o limite de peso e o que acontece se a mala passar de 23 kg?+
Preciso comprar a bagagem separadamente para a ida e para a volta?+
Quanto a companhia paga se extraviar minha mala em voo internacional?+
Pago IOF quando compro a bagagem no site de uma companhia estrangeira?+
Se meu bilhete tem duas companhias, qual regra de bagagem vale?+
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