Destinos internacionais

Roteiro Coreia do Sul: 10 dias entre Seul e Busan (2026)

Seul merece quatro ou cinco dias, Busan pede três, e a DMZ exige reserva antecipada. Este guia organiza os 10 dias com custos em reais, explica por que o K-ETA continua obrigatório para brasileiros em 2026 e conta o que pouca gente avisa: o Google Maps não funciona direito por lá.

12 min de leituraAtualizado em 21 de julho de 2026Por myroteiro

A Coreia do Sul virou destino de gente grande para brasileiros: K-pop e K-drama abriram a porta, mas quem chega descobre um país que funciona com precisão de relógio — metrô limpo e pontual, trem-bala que cruza o país em 2h40, banheiro público com aquecimento no assento. E descobre também as pegadinhas que nenhum vídeo de 60 segundos mostra: o Google Maps não traça rota a pé por lá, a máquina de recarga do cartão de transporte só aceita dinheiro vivo, e o tour da DMZ esgota dias antes.

Este roteiro de 10 dias divide o tempo do jeito que a geografia manda: 5 dias em Seul (incluindo o bate-volta à zona desmilitarizada), 3 dias em Busan no litoral sul, e 2 dias engolidos por deslocamento — porque não existe voo direto do Brasil e a viagem completa passa das 24 horas de porta a porta. Cada etapa vem com o custo em reais, no câmbio de julho de 2026, e com o aviso honesto quando um valor pode mudar. A conta real é essa: entre R$ 12.000 e R$ 18.000 por pessoa, voos incluídos, num padrão intermediário. Dá para gastar menos — e o caminho está detalhado no nosso guia de como economizar em Seul — mas este artigo assume que você quer conforto sem desperdício.

O essencial em 30 segundos

  • >Brasileiro não precisa de visto para até 90 dias, mas o K-ETA é obrigatório: 10.000 wons (~R$ 34), validade de 3 anos — o Brasil ficou fora da lista de isenção temporária prorrogada até 31/12/2026.
  • >Divisão que funciona: 5 dias em Seul (com bate-volta à DMZ), 3 em Busan e 1 de deslocamento — o KTX cobre os ~325 km entre as duas cidades em cerca de 2h40 por ~59.800 wons (~R$ 205) o trecho.
  • >O cartão T-money (2.500 a 4.000 wons, ~R$ 9 a R$ 14) paga metrô, ônibus, táxi e lojas de conveniência em Seul e Busan — desde março de 2026 dá para recarregar com cartão internacional nos novos quiosques das estações principais de Seul, mas fora delas (conveniências, estações menores, Busan) ainda é só em dinheiro.
  • >Google Maps não faz navegação a pé nem de carro na Coreia por restrição legal de mapas: baixe Naver Map ou Kakao Map ainda no Brasil, com a conta configurada.
  • >Orçamento realista de 10 dias: R$ 12.000 a R$ 18.000 por pessoa em quarto duplo, voos incluídos — e sem voo direto, a conexão errada (via EUA sem visto B1/B2) pode barrar o embarque.

01K-ETA, documentos e a pegadinha da conexão

Primeiro, a boa notícia: brasileiro entra na Coreia do Sul sem visto para turismo de até 90 dias. Agora, o detalhe que derruba gente no balcão de check-in: é obrigatório ter o K-ETA (Korea Electronic Travel Authorization) aprovado antes do embarque. A Coreia prorrogou até 31 de dezembro de 2026 uma isenção temporária de K-ETA para cerca de 22 países e territórios — Estados Unidos, Japão, Canadá, Hong Kong, Reino Unido, entre outros — e o Brasil ficou fora dessa lista. Ou seja: para nós, o K-ETA segue valendo em 2026.

Os números do K-ETA:

  • Taxa: 10.000 wons (~R$ 34 no câmbio de julho/2026), mais uma pequena taxa de pagamento online. Não é reembolsável, nem se negado.
  • Validade: 3 anos a partir da aprovação (ou até o vencimento do passaporte, o que vier primeiro), com múltiplas entradas.
  • Prazo: solicite no mínimo 72 horas antes do voo — na prática, faça com 1 a 2 semanas de folga, porque em alta temporada a análise pode passar das 72h.
  • Isenções de idade: menores de 18 e pessoas a partir de 65 anos ficam dispensadas do K-ETA, mas precisam preencher o e-Arrival Card (ficha eletrônica de chegada) antes de desembarcar.

Solicite somente no site oficial k-eta.go.kr. Existem sites intermediários com visual quase idêntico cobrando três ou quatro vezes a taxa oficial — é serviço desnecessário, não golpe raro. Como as regras de isenção podem mudar ao longo do ano, confira o site oficial do K-ETA antes de emitir a passagem.

A conexão pode barrar você antes da CoreiaNão existe voo direto Brasil–Coreia do Sul. As rotas passam por Doha, Istambul, Paris, Adis Abeba — ou pelos Estados Unidos. Se a sua conexão tocar solo americano, você precisa de visto B1/B2 mesmo sem sair do aeroporto: não há ESTA para brasileiros. Via Canadá, é preciso a eTA para trânsito aéreo. Na dúvida sobre o tempo entre voos, use a nossa calculadora de tempo de conexão antes de fechar o bilhete.

Passaporte: a Coreia não exige formalmente 6 meses de validade, mas companhias aéreas e imigração tratam esse prazo como regra prática. Se o seu vence em menos de 6 meses contados da volta, renove antes.

02Dias 1 a 5 — Seul: palácios, Hongdae e o lado moderno

Dia 1 — chegada e Myeongdong. O voo do Brasil chega a Incheon (ICN), a ~50 km do centro. O trem AREX leva à Estação de Seul: a versão all-stop custa na faixa de 5.000 wons com T-money, o expresso sem paradas fica em torno de 11.000 wons (~R$ 37) — valores sujeitos a reajuste, confira no painel. Não lute contra o fuso de 12 horas: caminhe por Myeongdong no fim da tarde, jante comida de rua (tteokbokki, hotteok, frango frito — 3.000 a 8.000 wons por item) e durma cedo.

Dia 2 — palácios e hanbok. Gyeongbokgung, o maior palácio da dinastia Joseon, abre com a troca da guarda às 10h e às 14h. A entrada custa 3.000 wons (~R$ 10) — e sai de graça se você estiver vestindo hanbok, o traje tradicional coreano. O aluguel nas lojas em volta do palácio fica entre 15.000 e 30.000 wons por 4 horas (~R$ 50 a R$ 100), com direito a penteado simples. Não é fantasia de turista: coreanos fazem o mesmo, e as fotos no pátio do palácio justificam. Emende com a vila de Bukchon (casas hanok habitadas — silêncio é regra, não gentileza) e as galerias de Insadong.

O dia de fechamento muda de palácio para palácioGyeongbokgung fecha às terças; Changdeokgung (e seu Jardim Secreto, que exige ingresso com horário marcado) fecha às segundas. Quem planeja os dois no mesmo dia da semana errado perde um deles — verifique antes de fixar o dia do hanbok.

Dia 3 — Hongdae e o lado universitário. Hongdae é o bairro da Universidade Hongik: busking (apresentações de rua) à noite, lojas de vinil e photobooths, cafés temáticos em Yeonnam-dong. É aqui que a K-culture acontece de verdade, não em loja de suvenir. Almoço e jantar em restaurantes locais ficam entre 8.000 e 15.000 wons por prato (~R$ 27 a R$ 51); churrasco coreano, de 15.000 a 25.000 wons por pessoa.

Dia 4 — DMZ (detalhes na próxima seção — este é o dia que exige reserva antecipada).

Dia 5 — Gangnam e rio Han. COEX Mall com a biblioteca Starfield, o quarteirão da estátua de Gangnam Style para quem faz questão, e fim de tarde num parque à beira do rio Han com frango frito de delivery — programa de seulense, não de turista. Alternativa para o pôr do sol: subir à N Seoul Tower pelo teleférico de Namsan.

03DMZ: o bate-volta que precisa de reserva

A zona desmilitarizada que separa as duas Coreias fica a ~1 hora de Seul e só pode ser visitada em tour organizado — civil não entra por conta própria. O roteiro clássico de meio dia ou dia inteiro inclui o parque Imjingak, o Terceiro Túnel de infiltração (escavado pela Coreia do Norte e descoberto em 1978) e o observatório de Dora, de onde se vê território norte-coreano a olho nu.

O que ninguém te conta antes de reservar:

  • Reserve com dias de antecedência — os tours com guia em inglês esgotam, especialmente entre março e novembro. Preço típico: US$ 50 a US$ 100 por pessoa (~R$ 255 a R$ 510), conforme a duração e o que está incluído.
  • Leve o passaporte físico no dia. Há checagem militar de identidade no acesso; sem passaporte, você fica no ônibus.
  • Segundas-feiras e feriados coreanos costumam ser dias de fechamento dos pontos principais — por isso o Dia 4 do roteiro; ajuste se a sua semana cair diferente.
  • A JSA (Panmunjom, a sala azul da fronteira) segue com visitação suspensa para turistas comuns desde 2023, sem reabertura confirmada até o fechamento deste guia. Se algum operador prometer JSA, confirme por escrito o que exatamente está incluído.
  • O tour pode ser cancelado de véspera por tensão militar ou decisão do comando — é raro, mas está no contrato. Não deixe para o último dia da viagem.
A DMZ não é um passeio bonito. É um lugar onde a Guerra Fria nunca acabou, com soldado de verdade e campo minado sinalizado do outro lado da cerca. É justamente por isso que vale as 7 horas do dia: nenhum museu explica a Coreia do Sul tão bem quanto olhar a fronteira dela.

04Dias 6 a 9 — Busan: KTX, praia e o mercado de peixe

Dia 6 — KTX para Busan. O trem-bala sai da Estação de Seul e cobre ~325 km em cerca de 2h40. O trecho em classe econômica custa por volta de 59.800 wons (~R$ 205); compre pelo site ou app da Korail com alguns dias de antecedência — assento marcado, e os horários bons de sexta e domingo lotam. O Korail Pass para estrangeiros só compensa se você fizer mais de um trecho longo de trem; para um bate-e-volta simples Seul–Busan, os bilhetes avulsos ganham. À tarde, instale-se perto da praia de Haeundae e caminhe pelo calçadão. Quem quiser fecha o dia no Blueline Park, o trilho panorâmico à beira-mar entre Mipo e Songjeong — as cápsulas coloridas esgotam cedo, reserve online.

Dia 7 — Gamcheon e Jagalchi. De manhã, a vila cultural de Gamcheon: casas coloridas em anfiteatro na encosta, becos de arte e mirantes — vá cedo, antes das excursões. Desça para o mercado de peixe de Jagalchi, o maior da Coreia: no piso térreo você escolhe o pescado vivo, no primeiro andar um dos restaurantes prepara na hora. Emende com a BIFF Square e as barracas de comida de Gukje Market. À noite, a praia de Gwangalli com a ponte Gwangan iluminada — o cartão-postal noturno da cidade.

Dia 8 — templo à beira-mar. Haedong Yonggungsa é um dos raros templos budistas coreanos construídos sobre as pedras do litoral, e fica a ~40 minutos de Haeundae de ônibus ou táxi. Vá na primeira hora da manhã: depois das 10h, o corredor de entrada vira fila. Na volta, teleférico marítimo de Songdo ou uma tarde de compras em Seomyeon, o centro nervoso de Busan.

Dia 9 — retorno a Seul. KTX de volta no meio da manhã, tarde livre para as compras finais (cosméticos em Myeongdong e Olive Young rendem mais que suvenir de aeroporto) e a última noite perto do trajeto para Incheon. Alternativa que economiza meio dia: voar para casa a partir do aeroporto de Gimhae (PUS), em Busan, conectando no mesmo hub internacional da ida — nem toda tarifa permite, mas vale cotar o bilhete multitrecho antes de comprar.

Dia 10 — embarque. Chegue a Incheon com 3 horas de folga: o aeroporto é eficiente, mas enorme, e o traslado do centro leva 1 hora. O tax refund (restituição de imposto para turista, compras acima de 30.000 wons na mesma loja) é feito nos quiosques antes e depois da imigração — guarde as notas fiscais.

05T-money, apps e dinheiro: o kit de sobrevivência

O T-money é o cartão de transporte recarregável que destrava o país: metrô, ônibus e táxi em Seul, Busan e na maioria das cidades, além de pagar compras em lojas de conveniência (CU, GS25, 7-Eleven). O cartão vazio custa de 2.500 a 4.000 wons (~R$ 9 a R$ 14) e se compra em qualquer conveniência ou no próprio aeroporto. A tarifa base do metrô de Seul fica em torno de 1.500 wons (~R$ 5) — sujeita a reajuste, o valor exato aparece na catraca.

Agora, o detalhe que pegava todo brasileiro acostumado a pagar tudo por aproximação: até pouco tempo, a recarga do T-money era, na prática, só em dinheiro. Isso mudou parcialmente em março de 2026, quando o metrô de Seul instalou quiosques novos em estações grandes (Estação de Seul, Myeongdong, Hongdae, Gangnam, Itaewon) que aceitam cartão internacional para comprar e recarregar o T-money. Fora dessas estações — lojas de conveniência, estações menores e a maior parte de Busan — a recarga segue só em wons vivos. Saque ou leve o equivalente a R$ 300–400 em wons por pessoa para essas recargas e para os mercados de rua; o resto vai no crédito. Sobre qual cartão levar e como escapar do spread bancário, veja o guia do melhor cartão para viagem internacional.

Google Maps não funciona direito na Coreia — e não é bugPor restrição legal de exportação de dados cartográficos, o Google Maps não faz navegação a pé nem de carro no país. A Coreia liberou uma exportação de dados mais detalhada ao Google em fevereiro de 2026, mas a navegação completa ainda não foi ativada até o fechamento deste guia — na prática, a recomendação não muda. Baixe Naver Map ou Kakao Map (ambos com interface em inglês) ainda no Brasil e favorite seus endereços antes do embarque. Complete o kit com o Papago, tradutor do Naver que lê cardápio por foto e funciona melhor com coreano do que os concorrentes.

Conectividade: o Wi-Fi público coreano é dos melhores do mundo, mas você vai querer dados no meio da rua para o Naver Map. Uma eSIM de dados para 10 dias resolve por menos do que um dia de roaming da operadora brasileira — comparativo completo no guia de chip internacional ou eSIM.

06A conta real: quanto custam 10 dias em reais

Referência de câmbio usada neste guia: 1.000 wons ≈ R$ 3,40 (julho de 2026). O won oscila; recalcule na semana da compra.

R$ 12–18 milpor pessoa, 10 dias, voos incluídos
~R$ 205KTX Seul–Busan, por trecho
~R$ 34K-ETA, válido por 3 anos

A planilha por pessoa, considerando casal em quarto duplo de padrão intermediário (3–4 estrelas):

ItemFaixa em R$ (por pessoa)Observação
Voo GRU–ICN ida e voltaR$ 6.500 – 9.5001 conexão; varia forte por antecedência e temporada
Hospedagem (9 noites, metade do duplo)R$ 2.300 – 4.000Myeongdong/Hongdae em Seul; Haeundae em Busan
Alimentação (10 dias)R$ 1.500 – 2.500Mix de comida de rua, restaurantes e 2–3 jantares melhores
Transporte local + KTXR$ 700 – 1.000T-money, AREX e KTX ida e volta
DMZ + atrações + hanbokR$ 800 – 1.300Tour DMZ é o item mais caro do bloco
K-ETA + eSIM + extrasR$ 250 – 450Sem contar compras — cosméticos derrubam qualquer orçamento

Total: R$ 12.050 a R$ 18.750 por pessoa. Viajante solo soma R$ 2.000–3.500 ao ano hospedar-se sozinho no mesmo padrão. Para baixar a conta sem baixar a régua — hospedagem em guesthouse, refeições de kimbap e konbini, atrações gratuitas — o caminho detalhado está em como economizar em Seul. E como o voo é metade do orçamento, vale entender quando comprar a passagem internacional antes de qualquer outra reserva.

Melhor época: primavera (fim de março a maio, com as cerejeiras na primeira quinzena de abril) e outono (outubro a novembro, folhagem vermelha). O verão coreano tem monção — o jangma, entre fim de junho e julho — e calor úmido; o inverno passa fácil dos -10 °C em Seul, com céu limpo e voos mais baratos.

Um roteiro desses tem dezenas de peças móveis: K-ETA com prazo, tour de DMZ que esgota, KTX com assento marcado, palácio que fecha na terça. O myroteiro monta o dossiê da sua viagem com tudo isso já verificado e cruzado com as suas reservas reais — o myroteiro identifica e analisa — você reserva onde quiser. Os planos estão em myroteiro.com/precos.

Perguntas frequentes

Brasileiro precisa de visto para a Coreia do Sul em 2026?+
Visto consular, não — turismo de até 90 dias é isento. Mas o K-ETA (autorização eletrônica de viagem) é obrigatório antes do embarque: o Brasil ficou fora da lista de países com isenção temporária de K-ETA prorrogada até 31/12/2026. Menores de 18 e maiores de 65 anos são dispensados do K-ETA, mas preenchem o e-Arrival Card. Confirme sempre no site oficial k-eta.go.kr.
Quanto custa o K-ETA e com quanta antecedência devo solicitar?+
A taxa oficial é de 10.000 wons (~R$ 34 em julho de 2026), mais uma pequena taxa de pagamento online, e a autorização vale 3 anos com múltiplas entradas. O prazo mínimo é 72 horas antes do voo, mas solicite com 1 a 2 semanas de folga — em alta temporada a análise pode demorar mais. Use somente o site oficial k-eta.go.kr; intermediários cobram várias vezes esse valor.
Quantos dias ficar em Seul e quantos em Busan?+
Em 10 dias de viagem, a divisão que funciona é 5 dias em Seul (um deles para o bate-volta à DMZ) e 3 dias inteiros em Busan, com os 2 restantes consumidos por chegada e retorno. Menos de 3 dias em Busan obriga a cortar Gamcheon ou o templo Haedong Yonggungsa; menos de 4 em Seul sacrifica a DMZ ou o dia de palácios com hanbok.
Como visitar a DMZ saindo de Seul? Dá para ir por conta própria?+
Não — a área só é acessível em tour autorizado, com passaporte físico em mãos no dia. Os tours saem de Seul, custam entre US$ 50 e US$ 100 (~R$ 255 a R$ 510) e esgotam com dias de antecedência. Os pontos principais costumam fechar às segundas e feriados coreanos, e a JSA (Panmunjom) segue suspensa para turistas comuns desde 2023, sem reabertura confirmada.
Preciso levar dinheiro em espécie ou cartão resolve tudo na Coreia?+
Cartão internacional passa em quase todo restaurante, loja e mercado — a Coreia é um dos países mais cartão-amigáveis da Ásia. A exceção é a recarga do T-money: desde março de 2026 dá para fazer com cartão internacional nos quiosques novos das estações grandes de Seul, mas fora delas — conveniências, estações menores, Busan, barracas de mercado de rua — ainda só em wons vivos. Leve o equivalente a R$ 300–400 por pessoa em wons e pague o resto no crédito.
Qual a melhor época para fazer esse roteiro na Coreia do Sul?+
Primavera (fim de março a maio) e outono (outubro a novembro) têm o melhor clima: 15–22 °C, céu aberto, cerejeiras em abril e folhagem vermelha no outono. Evite o jangma, a monção de fim de junho a julho, e saiba que o inverno de Seul passa dos -10 °C — bonito, barato, mas exige roupa técnica de verdade. Alta procura de voos coincide com abril e outubro.
Vale a pena voltar de Busan a Seul de KTX ou voar direto de Busan?+
Depende da tarifa. O KTX de volta custa ~59.800 wons (~R$ 205) e toma meio dia com deslocamentos. Se você encontrar bilhete internacional multitrecho chegando por Incheon e saindo pelo aeroporto de Gimhae (PUS), em Busan, economiza esse meio dia — mas nem toda companhia oferece a combinação pelo mesmo preço. Cote os dois formatos antes de emitir.

Pare de gastar horas pesquisando.

O myroteiro analisa seu cartao, calcula o orcamento real com IOF e cria seu dossier em minutos.

Quero o Bora comigo →

Continue lendo