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Como economizar em Copenhague: guia 2026

Copenhague tem fama de ser uma das capitais mais caras da Europa, mas com planejamento certo dá para explorar canais, museus e a Cidade Livre de Christiania sem estourar o orçamento. Veja quanto custa por dia, onde economizar e como montar seu roteiro sem sustos.

10 min de leituraAtualizado em 5 de julho de 2026Por myroteiro
Copenhague costuma aparecer em listas das cidades mais caras da Europa, e não é exagero: um jantar em restaurante turístico pode passar de 250 DKK (cerca de R$ 190) por pessoa. Mas a capital dinamarquesa também é uma das mais fáceis de curtir sem gastar muito, porque foi desenhada para pedestres e ciclistas, tem parques e praças públicas lindas, e boa parte das atrações culturais mais marcantes — como os canais de Nyhavn, a Sereiazinha e os bairros de Vesterbro e Nørrebro — não custam nada para visitar. O segredo está em equilibrar os gastos fixos, como hospedagem e transporte, com escolhas inteligentes na alimentação e no lazer. Vale lembrar que a Dinamarca usa a coroa dinamarquesa (DKK), não o euro, então confira sempre a cotação antes de fechar contas mentais em euros. Por fazer parte do Espaço Schengen, brasileiros não precisam de visto para estadias turísticas de até 90 dias, mas desde 2026 é obrigatório solicitar a autorização eletrônica ETIAS (€7) antes da viagem — um custo pequeno, porém real, que deve entrar no seu orçamento. Neste guia, você vai ver quanto custa viajar por dia em Copenhague e onde cortar gastos sem abrir mão da experiência.

O essencial em 30 segundos

  • >Orçamento diário médio: entre 700 e 1.100 DKK (cerca de R$ 530 a R$ 830) por pessoa, incluindo hospedagem, comida e transporte.
  • >O Copenhagen Card só compensa se você visitar 3 ou mais atrações pagas por dia; passe de 24h a partir de 429 DKK.
  • >Bilhete avulso de metrô/trem custa entre 24-36 DKK; um passe de 24h sai por cerca de 90 DKK e compensa em dias cheios.
  • >Brasileiros não precisam de visto, mas desde 2026 o ETIAS (€7, cerca de R$ 42) é obrigatório e deve entrar no orçamento de viagem.
  • >Parques como Kongens Have, os canais de Nyhavn e parte do acervo de museus nacionais oferecem entrada gratuita.

01Quanto custa viajar por dia em Copenhague

Copenhague não é uma cidade barata, mas também não precisa ser um estouro de orçamento se você planejar bem os gastos fixos. Abaixo, uma estimativa realista de quanto custa viajar por dia, dividida em três perfis — do mochileiro que dorme em hostel ao viajante que busca mais conforto.

CategoriaMochileiro (DKK/dia)Médio (DKK/dia)Conforto (DKK/dia)
Hospedagem250–350 (hostel)700–900 (hotel 3★)1.400+ (hotel 4-5★)
Alimentação150–200300–400600+
Transporte local24–90 (bilhete/passe)90150+ (táxi ocasional)
Lazer/atrações0–100 (grátis/parques)200–300400+
Total por dia≈ 450–700 DKK≈ 1.300–1.700 DKK≈ 2.500+ DKK

Somando hospedagem, comida, transporte e lazer, um casal com perfil médio costuma gastar entre 1.300 e 1.700 DKK por dia (cerca de R$ 990 a R$ 1.290), o equivalente a R$ 500–650 por pessoa. Vale lembrar que a Dinamarca usa a coroa dinamarquesa (DKK), não o euro — muitos preços afixados online ainda aparecem em euros por engano, então confirme sempre a moeda antes de fechar as contas. Outro item que costuma ficar de fora do orçamento é o ETIAS: como a Dinamarca integra o Espaço Schengen, brasileiros não precisam de visto para estadias turísticas de até 90 dias, mas desde 2026 a autorização eletrônica ETIAS (€7 por pessoa) é obrigatória antes do embarque e deve entrar na sua planilha de custos.

02Onde ficar em Copenhague sem gastar demais

Hospedagem costuma ser o maior gasto fixo da viagem, especialmente entre junho e agosto. A boa notícia é que Copenhague tem uma rede sólida de hostels bem avaliados e apartamentos para temporada, o que ajuda a baixar o custo por noite sem abrir mão de localização.

  • Vesterbro — bairro central, cheio de hostels e restaurantes, a 10-15 min a pé da estação central.
  • Nørrebro — mais barato e badalado, bom para quem não se importa em pegar bike ou metrô até o centro.
  • Hostels com cozinha compartilhada — cozinhar parte das refeições reduz bastante o orçamento diário de comida.
  • Apart-hotéis e Airbnb fora do centro — costumam sair 20-30% mais baratos que hotéis equivalentes em Indre By (centro histórico).

Reservar com 2-3 meses de antecedência, principalmente para viagens de maio a setembro, costuma garantir preços bem melhores do que reservas de última hora.

03Transporte em Copenhague: como economizar

Copenhague é uma das cidades mais fáceis do mundo para se locomover sem gastar muito, graças à malha de ciclovias e a um sistema de metrô e trens eficiente.

  • Rejsekort — cartão recarregável usado no metrô, ônibus e trens; mais barato que bilhetes avulsos comprados na hora.
  • City Pass / Copenhagen Card — compensa se você for encadear metrô e várias atrações no mesmo dia (veja o cálculo na seção anterior).
  • Bicicleta alugada — entre 80 e 150 DKK por dia; muitas vezes mais rápido que o transporte público para trajetos curtos.
  • A pé — o centro histórico (Indre By) é compacto e caminhável; boa parte dos pontos turísticos fica a menos de 30 minutos a pé um do outro.

Evite pegar táxi, que é bem caro na Dinamarca — reserve esse gasto só para trajetos do/para o aeroporto fora do horário do metrô.

04Comida em Copenhague: onde comer bem gastando pouco

Comer fora é onde o orçamento mais aperta em Copenhague, mas dá para comer bem gastando bem menos que num restaurante turístico tradicional.

  • Mercados como Torvehallerne e Reffen — food halls com opções de rua a partir de 80-100 DKK.
  • Smørrebrød — o sanduíche aberto dinamarquês tradicional custa entre 60 e 90 DKK e é uma refeição completa.
  • Supermercados (Netto, Rema 1000, Lidl) — ótimos para montar café da manhã e lanches; um mercado bem escolhido corta o orçamento de comida pela metade.
  • Água da torneira — é potável e gratuita em toda a cidade; pedir água engarrafada em restaurante encarece bastante a conta.
💡 Aproveite o almoçoMuitos restaurantes de médio/alto padrão servem o mesmo prato do jantar no almoço por 30-40% menos. Se quiser experimentar uma cozinha mais elaborada sem pagar o preço do jantar, procure o menu de almoço (frokostmenu).

Fora dos centros turísticos, bairros como Nørrebro e Vesterbro têm opções de comida de rua e restaurantes étnicos bem mais em conta que o centro histórico.

05Passeios baratos e gratuitos em Copenhague

Boa parte do charme de Copenhague está em atividades que não custam nada — a cidade foi pensada para ser vivida nas ruas, nos canais e nos parques.

  • Nyhavn — passear pelo canal colorido e ver os barcos históricos é grátis (só a comida nos restaurantes à beira do canal é cara).
  • Kongens Have e Parque Frederiksberg — jardins reais abertos ao público, ótimos para piquenique.
  • Bairro de Christianshavn e Christiania — passeio a pé pela comunidade autônoma, com arte de rua e canais.
  • Museus gratuitos — Statens Museum for Kunst (coleção permanente) e Ny Carlsberg Glyptotek (aos domingos) não cobram entrada em partes do acervo.
  • A Sereiazinha (Den Lille Havfrue) — símbolo da cidade, visitação livre a qualquer hora.
"Copenhague é feita para ser explorada devagar, de bicicleta ou a pé — os melhores momentos da cidade não estão atrás de uma bilheteria."

Reserve pelo menos um dia inteiro do roteiro só para caminhar sem compromisso entre bairros como Indre By, Nyhavn e Christianshavn — é de graça e costuma ser o que os viajantes mais lembram da viagem.

06Monte seu roteiro personalizado para Copenhague

Colocar todos esses números numa planilha e ainda encaixar hospedagem, transporte e passeios em uma ordem que faça sentido geograficamente dá trabalho. É exatamente esse trabalho que a MyRoteiro faz por você: um roteiro dia a dia para Copenhague, já com estimativa de custos, sugestões de onde comer e o que fazer perto de onde você vai estar hospedado.

Para começar, acesse /novo-roteiro, informe as datas da viagem e o perfil de gasto que você busca — a IA monta um roteiro completo, personalizado e pronto para ajustar, sem precisar abrir dezenas de abas comparando preços.

Perguntas frequentes

Preciso de visto para visitar Copenhague sendo brasileiro?+
Não. Brasil tem acordo de isenção de visto com o Espaço Schengen, do qual a Dinamarca faz parte, para estadias turísticas de até 90 dias em um período de 180 dias. Desde 2026, porém, é obrigatório solicitar a autorização eletrônica ETIAS antes do embarque, que custa €7 e é válida por até três anos. Guarde a confirmação para apresentar na imigração.
Qual é a moeda usada em Copenhague?+
A Dinamarca usa a coroa dinamarquesa (DKK), não o euro, mesmo fazendo parte da União Europeia. A cotação costuma girar perto de 1 DKK equivalente a R$ 0,75, mas vale conferir antes da viagem. Cartões de crédito e débito são aceitos praticamente em todo lugar, incluindo mercados e transporte público, então não é necessário levar muito dinheiro em espécie.
Vale a pena comprar o Copenhagen Card?+
Depende do seu ritmo de viagem. O cartão dá acesso a mais de 80 atrações e transporte ilimitado, com preços a partir de cerca de 429 DKK para 24 horas. Ele só compensa financeiramente se você visitar pelo menos três atrações pagas no mesmo dia, como museus e o parque Tivoli. Para roteiros mais tranquilos, é melhor pagar os ingressos separadamente.
Qual a melhor época para economizar em Copenhague?+
O inverno (novembro a março) tem as diárias de hospedagem mais baixas e menos turistas, mas os dias são curtos e frios. Já maio e setembro equilibram bem clima agradável e preços ainda razoáveis, antes ou depois do pico do verão europeu (junho a agosto), quando hotéis e passeios ficam consideravelmente mais caros.
Dá para visitar Copenhague de bike como um local?+
Sim, e é uma das formas mais baratas e agradáveis de explorar a cidade. Copenhague tem mais de 380 km de ciclovias e aluguel de bicicleta comum custa entre 80 e 150 DKK por dia. Muitos hostels e hotéis oferecem bikes gratuitas ou com desconto para hóspedes, o que reduz ainda mais o gasto com deslocamento.
Quanto custa uma refeição básica em Copenhague?+
Um prato simples em lanchonete ou food hall, como no mercado Torvehallerne, sai entre 80 e 130 DKK. Um smørrebrød (sanduíche aberto tradicional) custa cerca de 60 a 90 DKK. Já um jantar completo em restaurante médio pode passar de 250 DKK por pessoa, sem contar bebida, que costuma ser um dos itens mais caros do país.

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