Leandro voltou de dez dias entre Lisboa e Porto com US$ 6.000 passados no cartão Black — hotéis, restaurantes, um casaco, a locadora. No aplicativo, 13.200 pontos novos brilhando. Na fatura, R$ 2.813 a mais do que a cotação que ele tinha visto no celular durante a viagem. Os pontos, se transferidos hoje, valem entre R$ 200 e R$ 350. A diferença de câmbio custou de oito a treze vezes isso. Ele não fez nada errado — só fez a conta que o marketing manda fazer.
Quase todo mundo compara «cartão de milhas» com «cartão sem IOF». Essa comparação morreu em 2025: desde o Decreto nº 12.499/2025, o IOF é de 3,5% para todo meio de pagamento emitido no Brasil — crédito, débito, pré-pago, conta global, saque, espécie. Ele saiu da equação. O que decide a conta agora são três coisas que ninguém coloca lado a lado: o spread do banco (de 0% a 7%, dependendo da instituição), a anuidade (ou a isenção) e o valor real do ponto, que em 2026 varia de R$ 13 a R$ 26 por milheiro conforme o programa.
Este guia faz essa conta com números de fontes oficiais — o texto do decreto no Planalto, a PTAX e o ranking VET do Banco Central, as páginas oficiais dos bancos e dos programas de fidelidade — e com imprensa especializada datada onde a fonte oficial não publica. Ao final, você terá o método para o seu caso, e uma resposta honesta: o cartão de milhas raramente se paga na viagem; ele se paga, quando se paga, no resto do ano.
O essencial em 30 segundos
- >O IOF é de 3,5% para todo meio de pagamento emitido no Brasil desde o Decreto nº 12.499/2025 (restabelecido pelo STF em 16/07/2025) — ele saiu da comparação entre cartões; o que varia é o spread, de 0% a 7% conforme o banco.
- >Em uma viagem de US$ 6.000, o custo cambial vai de R$ 1.071 num cartão de spread zero a R$ 2.971 num cartão de 6% de spread — enquanto os 13.200 pontos gerados valem de R$ 172 a R$ 429, mesmo com bônus de transferência.
- >O valor-alvo do milheiro em 2026 é R$ 13 (Azul Fidelidade), R$ 16 (Smiles) e R$ 26 (LATAM Pass): o mesmo saldo de pontos vale o dobro dependendo do programa de destino.
- >A anuidade decide metade da conta: no exemplo oficial, R$ 89 por mês (R$ 1.068 por ano) com isenção acima de R$ 8 mil de gasto mensal ou R$ 50 mil investidos — sem isenção, os pontos de um ano mal cobrem a mensalidade.
- >O «IOF zero» anunciado por bancos é devolução comercial na fatura (em até 7 dias no exemplo oficial), não isenção legal, e não tem prazo de validade publicado — faça a conta sem ele.
01O que diz a regra: IOF de 3,5% para todo meio de pagamento brasileiro
A base legal é o Decreto nº 12.499, de 11/06/2025, que alterou o Decreto nº 6.306/2007 (o regulamento do IOF). O Congresso chegou a suspender o texto em junho de 2025; em 16/07/2025 o ministro Alexandre de Moraes, do STF, restabeleceu as alíquotas, e elas vigoram desde então. O trecho que interessa a quem viaja é o art. 15-B:
«VII – nas operações de câmbio destinadas ao cumprimento de obrigações das instituições que participem de arranjos de pagamento de abrangência transfronteiriça na qualidade de emissores destes, decorrentes de aquisição de bens e serviços do exterior efetuada por seus usuários: 3,5% (três inteiros e cinco décimos por cento).» — Decreto nº 6.306/2007, art. 15-B, na redação do Decreto nº 12.499/2025
Traduzindo o juridiquês, e completando com os outros incisos do mesmo artigo:
- Cartão de crédito e de débito em compra no exterior (inciso VII): 3,5%.
- Saque no exterior com cartão brasileiro (inciso IX): 3,5%.
- Cartão pré-pago internacional e cheques de viagem carregados para gastos pessoais (inciso X): 3,5%.
- Compra de moeda em espécie (inciso XX): 3,5%.
- Transferência para conta própria no exterior — o caso típico de quem abastece uma conta global (inciso XXI): 3,5%.
- O 1,10% que você ainda vê em artigos antigos sobrevive só no inciso XXI-A, para transferência ao exterior com finalidade de investimento. Não é gasto de viagem.
Consequência prática: o IOF deixou de ser critério de escolha entre cartão de milhas, cartão comum, conta global ou dinheiro vivo. Qualquer material que ainda promete «fugir do IOF» trocando de cartão descreve um Brasil que não existe mais. O que continua variando — e muito — é o spread, tratado na terceira seção.
A segunda regra que muda a conta: a cotação é a do dia da compra
Desde 01/03/2020, por determinação do Banco Central (Circular nº 3.918), toda compra internacional no cartão de crédito é convertida pela taxa do dia da transação, não pela do fechamento da fatura. E a fatura precisa mostrar, item por item, o valor na moeda original, o equivalente em dólar, a taxa de conversão usada naquele dia e o valor em reais. Isso importa porque dá a você o instrumento de auditoria: basta dividir a taxa que o banco aplicou pela PTAX do mesmo dia (publicada pelo Banco Central) para descobrir o spread real que o seu cartão cobrou — sem depender do que o gerente diz.
02O que entra na conta — e o que o marketing deixa de fora
Um cartão de milhas é um contrato com quatro linhas: duas do lado do que você recebe, duas do lado do que você paga. O folheto mostra as duas primeiras.
O que ele te dá
- Pontos por dólar gasto. Para não trabalhar com boato, usamos o único número que conseguimos verificar em página oficial na data deste guia: o Nubank Ultravioleta (Mastercard Black) credita «a partir de 2,2 pontos por dólar gasto» ou, alternativamente, 1,25% de cashback — o cliente escolhe na hora de usar. Outros Black e Infinite anunciam pontuações na mesma ordem de grandeza; confira a do seu na página do emissor, porque ela muda com frequência.
- Transferência para programas aéreos. No exemplo oficial, para LATAM Pass, Azul Fidelidade e Smiles. A proporção mais comum é 1 ponto = 1 milha, mas a regra é definida por cada parceiro — a própria Smiles escreve que «as regras de conversão de pontos são estabelecidas pelo Parceiro».
- Bônus de transferência. Em 2026 eles seguem existindo: a Smiles pagou 50% de bônus (80% para Clube Smiles e categoria Diamante) entre 27/08/2026 e 28/08/2026; o LATAM Pass pagou 25% mais 1.000 milhas na primeira transferência entre 17/08/2026 e 21/08/2026. São janelas de dois a cinco dias.
- Benefícios de viagem. Salas VIP (4 visitas por ano via Priority Pass, no exemplo oficial), seguros do cartão, concierge. Têm valor real, mas só se você usa.
O que ele te cobra
- Spread cambial. A margem que o banco embute na cotação. Levantamento do Passageiro de Primeira publicado em 10/06/2026 encontrou de 0% (cooperativas e algumas fintechs) a 7% entre as instituições brasileiras. É o maior custo da viagem, e o menos anunciado.
- IOF de 3,5%. Igual para todos — e por isso não é critério de escolha, como visto acima.
- Anuidade ou mensalidade. No exemplo oficial: R$ 89 por mês, isentos com gastos acima de R$ 8 mil na fatura ou R$ 50 mil investidos no banco. Sem isenção, são R$ 1.068 por ano — que precisam sair dos pontos antes de qualquer «vantagem».
- Validade dos pontos. O regulamento da Livelo dá 24 meses; as milhas bônus da campanha Smiles de agosto de 2026 valem 12 meses; as do LATAM Pass, 36 meses. Ponto que expira é dinheiro que evaporou.
O que ninguém te conta
Ponto não é dinheiro: ele vale o que você consegue emitir com ele, quando quiser viajar, na data que quiser. A passagem «grátis» cobra a taxa de embarque em dinheiro (a Smiles permite combinar milhas e dinheiro pelo Smiles & Money, mas ela continua existindo). E a promessa de «IOF zero» de alguns bancos não é isenção — é devolução: o imposto é recolhido, e o banco estorna o valor na fatura por decisão comercial. O Nubank, por exemplo, publica que «o IOF é devolvido em sua fatura em até 7 dias». Na página consultada em 13/09/2026 não há prazo de término publicado, o que significa exatamente isso: pode acabar quando o banco quiser.
03Spread por banco: a tabela que decide a conta
O Banco Central não publica ranking de spread para cartão de crédito — publica o VET (Valor Efetivo Total) das operações de câmbio em espécie e em cartão pré-pago, mensalmente, com todas as instituições. Para o cartão de crédito, a referência mais recente de imprensa especializada é a tabela do Passageiro de Primeira de 10/06/2026. Colocamos as duas lado a lado. O custo total no cartão considera que o IOF incide sobre o valor já convertido com spread; o custo em espécie é o VET oficial de julho de 2026 comparado à PTAX média do mês (R$ 5,1139).
| Instituição | Spread no cartão de crédito (10/06/2026) | Custo total no cartão (spread + IOF 3,5%) | Custo total do dólar em espécie (VET BCB, jul/2026) |
|---|---|---|---|
| Santander | 6,0% | ≈ 9,7% | 7,9% |
| BTG Pactual | 6,0% | ≈ 9,7% | 4,6% |
| Itaú | 5,5% | ≈ 9,2% | 6,8% |
| Bradesco | 5,3% | ≈ 9,0% | 6,2% |
| C6 Bank | 5,25% | ≈ 8,9% | — |
| Banco do Brasil | 4,0% | ≈ 7,6% | 7,0% |
| Caixa | 4,0% | ≈ 7,6% | 9,9% |
| Nubank (cartão padrão) | 4,0% | ≈ 7,6% | — |
| Nubank Ultravioleta | 3,5% | ≈ 7,1% (3,5% se o banco devolver o IOF) | — |
| Sicredi | 1,0% | ≈ 4,5% | — |
| Sicoob, Unicred, Cresol, Mercado Pago | 0% | 3,5% | — |
Três leituras saltam da tabela. Primeira: a distância entre o melhor e o pior cartão é de mais de seis pontos percentuais — em uma viagem de US$ 6.000, isso é a diferença entre R$ 1.071 e R$ 2.971 de custo cambial. Segunda: na maioria dos grandes bancos, o cartão de crédito sai mais caro que o dólar em espécie vendido no balcão — o inverso do que a intuição sugere — mas a própria tabela mostra a exceção: na Caixa, é o espécie que custa mais (9,9% contra 7,6% no cartão). Confira sempre as duas colunas do seu banco antes de decidir. Terceira: os cartões de spread zero são, em geral, os que menos pontuam. Não existe cartão que seja ao mesmo tempo o mais barato no câmbio e o mais generoso em milhas; existe a escolha consciente de qual instrumento usar em cada gasto.
04Quanto vale um ponto de verdade em 2026
Aqui mora a segunda ilusão. O aplicativo mostra 13.200 pontos como se fossem 13.200 unidades de alguma coisa. O que eles valem depende do programa para onde vão e do que você consegue emitir. A referência mais usada pelo mercado é o valor-alvo do milheiro — quanto vale a pena pagar por 1.000 pontos em compra ou transferência. O Melhores Destinos, em levantamento atualizado em 30/07/2026, fixa as referências de 2026 assim:
| Programa | Valor-alvo por 1.000 pontos ou milhas (2026) | 13.200 pontos valem | 41.400 pontos valem |
|---|---|---|---|
| Azul Fidelidade | R$ 13 | R$ 172 | R$ 538 |
| Smiles | R$ 16 | R$ 211 | R$ 663 |
| LATAM Pass | R$ 26 | R$ 343 | R$ 1.077 |
Por que 13.200 e 41.400? São os dois números do exemplo que vamos fechar na próxima seção: os pontos de uma viagem de US$ 6.000 e os pontos de um ano de gastos domésticos de R$ 8.000 por mês, ambos a 2,2 pontos por dólar (com o dólar de referência a R$ 5,10, PTAX de venda de 11/09/2026: R$ 5,0918). Repare que o mesmo saldo vale o dobro no LATAM Pass em relação ao Azul Fidelidade — não porque um programa seja «melhor», mas porque as passagens do LATAM Pass custam mais milhas e as milhas dele são mais caras de conseguir.
O bônus de transferência é o que muda a conta — quando existe
Transferindo os 13.200 pontos na campanha Smiles de 27/08/2026 a 28/08/2026 com 50% de bônus, viram 19.800 milhas (R$ 317); com os 80% de Clube Smiles ou Diamante, 23.760 milhas (R$ 380). No LATAM Pass com os 25% de agosto, 16.500 milhas (R$ 429). É um ganho de 25% a 80% sobre o valor bruto — mas exige duas disciplinas: ter para onde ir (uma passagem em vista, para não deixar as milhas expirarem em 12 meses) e não transferir fora de campanha.
Ponto ou cashback? A comparação que o banco prefere que você não faça
No exemplo oficial, a alternativa aos 2,2 pontos por dólar é 1,25% de cashback. Sobre R$ 30.600 de gastos na viagem, o cashback dá R$ 382 — na prática o mesmo que os pontos no LATAM Pass sem bônus (R$ 343) e mais do que na Smiles ou na Azul. Sobre os R$ 96.000 de um ano de gastos domésticos, o cashback dá R$ 1.200, contra R$ 538 a R$ 1.077 dos pontos sem bônus. A conclusão incomoda quem coleciona milhas: sem bônus de transferência e sem resgate bem feito, o cashback empata ou ganha. O ponto só vence quando você trabalha por ele.
05A conta real, passo a passo (com o exemplo do Leandro)
O método serve para qualquer cartão. Preencha com os seus números, não com os do exemplo.
- Estime o gasto no exterior em dólar e converta pela PTAX do dia em que fizer a conta. Leandro: US$ 6.000 × R$ 5,10 = R$ 30.600.
- Descubra o spread do seu cartão (tabela acima, ou a conferência na fatura). Aplique sobre o valor base. Leandro, no cartão de 3,5%: R$ 1.071. No cartão de 5,5%: R$ 1.683.
- Aplique o IOF de 3,5% sobre o valor já com spread. É igual para todos os cartões brasileiros; o que muda é a base. Leandro: R$ 1.108 no cartão de 3,5%; R$ 1.130 no de 5,5%.
- Some o custo cambial total da viagem. Leandro: R$ 2.179 (7,1%) no cartão de 3,5%; R$ 2.813 (9,2%) no de 5,5%; R$ 1.071 (3,5%) num cartão de spread zero.
- Calcule os pontos e dê-lhes um preço. Leandro: 6.000 × 2,2 = 13.200 pontos, ou seja, R$ 172 a R$ 343 sem bônus, até R$ 429 com bônus.
- Subtraia a anuidade que você realmente paga — zero se estiver isento, R$ 1.068 por ano no exemplo oficial se não estiver — e divida pelo número de viagens do ano.
Fechando a conta de Leandro: usando o cartão de milhas de 5,5% de spread na viagem, ele gastou R$ 2.813 de câmbio para ganhar no máximo R$ 429 em milhas. Se tivesse pago a viagem com um cartão de spread zero e guardado o cartão de milhas para o gasto doméstico, teria economizado R$ 1.742 na viagem — e ainda ganharia, em casa, os mesmos pontos que o cartão gera sobre qualquer compra, sem spread nenhum. Mesmo comparado ao cartão de 3,5% de spread, a diferença (R$ 1.108) supera qualquer valor que os 13.200 pontos alcancem.
E a isenção de anuidade? Ela sozinha decide metade da história. Com R$ 8.000 de gastos mensais, Leandro fica isento no exemplo oficial e os 41.400 pontos anuais (R$ 538 a R$ 1.077, ou até R$ 1.346 com 25% de bônus no LATAM Pass) são ganho líquido. Sem isenção, os mesmos pontos precisam primeiro cobrir R$ 1.068 de mensalidades — e sobra pouco ou nada.
06Quando vale a pena — e quando é só uma sensação
Vale a pena quando
- A anuidade está isenta por gastos ou investimentos, e você atingiria esse patamar de qualquer jeito.
- O gasto doméstico é alto e concentrado num só cartão — é ali, sem spread, que os pontos nascem baratos.
- Você transfere só com bônus e com passagem em vista, aceitando a disciplina de esperar a janela certa.
- Você emite com critério: LATAM Pass para onde as milhas valem R$ 26, resgates fora de alta temporada, comparação com o preço em reais antes de confirmar.
- Usa os benefícios: sala VIP em conexão longa, seguro do cartão em vez de contratar outro — cada uso é dinheiro que não saiu.
Não vale quando
- Você paga a anuidade cheia e viaja uma vez por ano: o exemplo oficial custa R$ 1.068 para gerar algo entre R$ 500 e R$ 1.100 em pontos com gasto de R$ 8.000 mensais — e menos que isso abaixo desse gasto.
- Você usa o cartão de milhas no exterior acreditando que os pontos compensam o spread: em nenhum cenário da nossa conta os pontos de uma viagem pagaram sequer a diferença de spread para um cartão barato.
- Você transfere pontos «para não perder» sem ter o que emitir: as milhas bônus da Smiles duram 12 meses; as da Livelo, 24 meses. Você troca um ativo que não expira ou expira devagar por um que expira rápido.
- Você conta com a devolução do IOF de um banco como se fosse lei. É benefício comercial, sem prazo garantido, e some da fatura no dia em que o banco decidir.
O veredito honesto, portanto, não é «sim» nem «não». É: o cartão de milhas vale a pena como cartão do dia a dia de quem está isento de anuidade, e quase nunca vale a pena como cartão de viagem. As duas coisas cabem na mesma carteira — em bolsos diferentes.
07Como se preparar antes de embarcar
Com a conta feita, a preparação é curta e cabe numa lista.
- Defina o instrumento para a moeda estrangeira — o de menor spread disponível para você — e o instrumento para o gasto em reais. Guarde o cartão de milhas para o segundo.
- Confira a isenção de anuidade na página do emissor, não na memória. Os critérios mudam: o exemplo oficial passou de R$ 5 mil para R$ 8 mil de gasto mínimo mensal entre o comunicado de 20/08/2025 e hoje.
- Anote a PTAX do dia de cada compra grande (ou consulte depois, o histórico é público). É o que permite auditar o spread na fatura.
- Não transfira pontos durante a viagem. Espere a campanha de bônus, e só transfira com uma emissão planejada — as janelas de 2026 duraram de dois a cinco dias, e voltam.
- Guarde a fatura com a discriminação item a item. Além de servir para a conferência, é a prova em qualquer contestação de cobrança duplicada ou de estorno parcial.
- Trate a devolução do IOF como bônus, não como plano. Se o seu banco devolve, ótimo — confira se o estorno chegou (no exemplo oficial, em até 7 dias). Se parar de devolver, a conta deste guia continua valendo sem ele.
Quem organiza a viagem pelo myroteiro tem, na Caixinha incluída em qualquer plano, o câmbio de cada despesa do grupo já calculado com IOF e spread, em 14 moedas — sem refazer essa conta na mão a cada gasto — e o resumo por membro pronto para colar no grupo do WhatsApp no fechamento. Vale repetir o que vale para tudo que passa por aqui: o myroteiro identifica e analisa — você reserva onde quiser. E paga com o cartão que a sua conta, não o folheto, mandar.
Perguntas frequentes
Cartão de milhas cobra IOF diferente de um cartão comum em compras no exterior?+
Quantos reais valem 10 mil pontos de cartão de crédito em 2026?+
Vale mais a pena escolher pontos ou cashback no cartão Black?+
O «IOF zero» que alguns bancos anunciam é isenção legal?+
É melhor pagar a viagem no cartão de milhas ou comprar dólar em espécie?+
Quanto preciso gastar por mês para o cartão de milhas se pagar?+
Os pontos do cartão expiram? Em quanto tempo?+
Como saber qual é o spread real do meu cartão sem perguntar ao banco?+
Pare de gastar horas pesquisando.
O myroteiro analisa seu cartão, calcula o orçamento real com IOF e monta seu dossiê em algumas horas, com revisão humana antes de enviar.
Começar meu roteiro