Aeroporto Internacional de Nápoles Capodichino. O que dá pra fazer com 6h de escala: ir direto ao portão, relaxar num salão ou sair do aeroporto?
Com 6h em Nápoles, você tem tempo para sair, fazer um programa rápido e voltar com segurança.
🛂 Trânsito / visto
Schengen: brasileiros entram sem visto por 90/180 dias. ETIAS exigido a partir de 2026.
Cenário considerado: mesma companhia, mesmo terminal, conexão internacional. Ajuste abaixo se o seu caso for diferente.
↓ Tem outra escala? Adicione aquiA conexão desta página (Nápoles · NAP, 6h) já está preenchida abaixo — ajuste os detalhes (companhia, troca de terminal) ou clique em + Adicionar próxima conexão para a sua próxima escala.
Conexão desta página · Nápoles
Carregando dados do aeroporto…
Com 6h de conexão em Nápoles (NAP), o tempo é generoso. Além do mínimo prático de cerca de 40 min, sobra uma margem de aproximadamente 5h20 — o suficiente para sair do aeroporto, fazer um programa rápido e voltar com segurança.
Como o tempo permite sair, dá para um programa fora do aeroporto: alibus (ônibus oficial) até Piazza Garibaldi/centro em ~20 min. Reserve a volta com folga — esteja de novo no aeroporto pelo menos 40 min antes do embarque — e confira se a sua bagagem de porão segue automaticamente até o destino final.
Terminal 1 único, dividido em setores A (partidas), B (Schengen) e C (não-Schengen). Embarque por ônibus de pista é comum em vários portões. É compacto, o que facilita bastante a conexão.
Schengen: brasileiros entram sem visto por 90/180 dias. ETIAS exigido a partir de 2026.
Terminal 1 único, dividido em setores A (partidas), B (Schengen) e C (não-Schengen). Embarque por ônibus de pista é comum em vários portões.
🤝 Mesma cia / aliança
40 min
↔ Companhias diferentes
1h15
🔄 Extra troca de terminal
+0 min
Os tempos são guias práticos conservadores, não o tempo mínimo oficial (MCT) do seu bilhete — esse, definido pela sua companhia, sempre prevalece.
No seu roteiro MyRoteiro, esse cálculo de conexão já vem pronto — com os salões que o seu cartão libera em cada escala.
Quero o Bora comigo →