Conexão de 8h em ChennaiMAA

Chennai International. O que dá pra fazer com 8h de escala: ir direto ao portão, relaxar num salão ou sair do aeroporto?

🟢

Dá para sair do aeroporto

Com 8h em Chennai, você tem tempo para sair, fazer um programa rápido e voltar com segurança.

⏱ Mínimo recomendado: 1h30📐 Sua folga: +6h30
  • Dá para sair: Metrô (Linha Azul) ~30 min até o centro (estação no próprio aeroporto) (~30 min só de ida).
  • Reserve o trajeto de volta com folga: esteja de novo no aeroporto pelo menos 1h30 antes do embarque.
  • Leve só o essencial e confira se sua bagagem de porão segue automaticamente para o destino final.

🛂 Trânsito / visto

Conexão internacional → internacional na área de trânsito, mesmo bilhete e sem repegar bagagem: brasileiro NÃO precisa de visto. Para qualquer conexão com voo doméstico (entrar na Índia, repegar e re-despachar bagagem) é obrigatório e-Visa indiano.

Cenário considerado: mesma companhia, mesmo terminal, conexão internacional. Ajuste abaixo se o seu caso for diferente.

↓ Tem outra escala? Adicione aqui

🎛 Ajuste o cenário ou adicione outra escala

A conexão desta página (Chennai · MAA, 8h) já está preenchida abaixo — ajuste os detalhes (companhia, troca de terminal) ou clique em + Adicionar próxima conexão para a sua próxima escala.

Conexão desta página · Chennai

Carregando dados do aeroporto…

Com 8h de conexão em Chennai (MAA), o tempo é generoso. Além do mínimo prático de cerca de 1h30, sobra uma margem de aproximadamente 6h30 — o suficiente para sair do aeroporto, fazer um programa rápido e voltar com segurança.

Como o tempo permite sair, dá para um programa fora do aeroporto: metrô (Linha Azul) ~30 min até o centro (estação no próprio aeroporto). Reserve a volta com folga — esteja de novo no aeroporto pelo menos 1h30 antes do embarque — e confira se a sua bagagem de porão segue automaticamente até o destino final.

O terminal internacional (Anna) e o doméstico (Kamaraj) ficam lado a lado, ligados por corredor interno (~5 min a pé) — mas não há trânsito airside entre internacional e doméstico: para trocar você sai à área pública. Internacional → internacional resolve-se dentro do terminal internacional. Tem porte médio: as transferências costumam ser razoáveis, mas localize seu portão com antecedência.

Conexão internacional → internacional na área de trânsito, mesmo bilhete e sem repegar bagagem: brasileiro NÃO precisa de visto. Para qualquer conexão com voo doméstico (entrar na Índia, repegar e re-despachar bagagem) é obrigatório e-Visa indiano.

🗺 O aeroporto MAA em detalhes

O terminal internacional (Anna) e o doméstico (Kamaraj) ficam lado a lado, ligados por corredor interno (~5 min a pé) — mas não há trânsito airside entre internacional e doméstico: para trocar você sai à área pública. Internacional → internacional resolve-se dentro do terminal internacional.

🤝 Mesma cia / aliança

1h30

↔ Companhias diferentes

2h30

🔄 Extra troca de terminal

+20 min

🚕 Até o centro
Metrô (Linha Azul) ~30 min até o centro (estação no próprio aeroporto)
🏙 Vale sair a partir de
7h de escala
🛂 Trânsito / visto (brasileiros)
Conexão internacional → internacional na área de trânsito, mesmo bilhete e sem repegar bagagem: brasileiro NÃO precisa de visto. Para qualquer conexão com voo doméstico (entrar na Índia, repegar e re-despachar bagagem) é obrigatório e-Visa indiano.
  • 💡Internacional → doméstico aqui sempre exige sair à área pública, repegar bagagem e re-despachar — e e-Visa. Separe ≥ 3h.
  • 💡Os terminais são colados, mas o metrô e os balcões de check-in doméstico ficam no prédio Kamaraj.
  • 💡Chennai é menos movimentado que Délhi/Mumbai — filas costumam ser menores.

Os tempos são guias práticos conservadores, não o tempo mínimo oficial (MCT) do seu bilhete — esse, definido pela sua companhia, sempre prevalece.

⏱ Outras durações em Chennai

🌍 Conexão de 8h em outros aeroportos

ver todos os 200 aeroportos na ferramenta →

Enquanto você desfruta, a gente trabalha.

No seu roteiro MyRoteiro, esse cálculo de conexão já vem pronto — com os salões que o seu cartão libera em cada escala.

Quero o Bora comigo →